Geralmente é assim: acordo, tomo banho, café, leio as principais notícias do dia na internet, pego meu carro e vou trabalhar. Faço, desfaço, reunião, projetos, estratégias, não desgrudo do telefone, leio, envio, respondo e deleto muitos e-mails. Fora do trabalho, pilates, inglês, esteira, cinema, teatro, show, viagem. De volta pra casa, relax total e cama. E daí?
Se você cresceu ouvindo dizer que o eucalipto é o vilão do meio ambiente, amanhã será uma boa oportunidade para tirar isso a limpo. Os professores Leonardo Boff e José Roberto Scolforo, da UFLA lançam o livro O Mundo Eucalipto: os fatos e mitos de sua cultura. E não é só isso, para esquentar a discussão eles fazem uma palestra sobre o tema. Quando e onde: 2 de setembro, às 18h30, no auditório da FIEMG, av. do Contorno, 4.520 - funcionários. Para os curiosos uma palinha: “Alguns consideram o eucalipto o ‘ouro verde do campo’, enquanto outros o acusam de produzir um ‘deserto verde’, ou o chamam de ‘o grande vilão do meio ambiente’, ou, ao contrário, ‘a matéria-prima do futuro’. Por fim, dado o crescimento do efeito estufa com o conseqüente aquecimento global, consideram o eucalipto ‘o campeão no combate a poluentes’ e ‘a grande esponja seqüestradora de dióxido de carbono’.Em face dessas opiniões desencontradas faz-se necessário um discernimento, fruto da análise científica e da experimentação empírica. É o mérito deste livro.” < Leonardo Boff > trecho de apresentação do livro
(Antes de ler esse post, aperte o player e ganhe uma ‘Sonata em Sol Maior)‘.
O convite partiu de uma amiga aqui da Press. A ela devo toda a emoção que senti ao assistir o concerto de cravo, com o maestro Roberto de Regina. Já que egoísmo não é meu pecado deixo você com a Cláudia: Leia mais
Daqui a pouco começa rolar a bola no gramado do Mineirão. Brasil e Argentina, arquiinimigos no futebol. Todo esse clima de disputa me deixou curiosa. Afinal, longe do campo, em que o Brasil é melhor que a Argentina e vice-versa. Liguei para alguns amigos, certa de que conseguiria criar uma lista do tipo “eu sou melhor que você”. Mas não rolou nada disso. Muito civilizados, nenhum deles topou fazer comparação. Amam a diversidade e isso para eles é o que vale. Isso me faz lembrar o argentino Ernesto Sábato: “creio que a verdade é perfeita para a matemática, a química, a filosofia, mas não para a vida. Na vida contam mais a ilusão, a imaginação, o desejo, a esperança”.
Um dos amigos, o Alencar Perdigão, dono da Livraria Quixote, deu uma dica que envolve seu trabalho e sua paixão: a literatura. Ele indicou três autores de cada país que não devem faltar na estante de brasileiros ou argentinos. São eles: Guimarães Rosa, Machado de Assis, Milton Hatoum , Jorge Luis Borges , Ricardo Piglia e Antonio do Beneddeto.
Não é por sua competência, até porque não estou em condições de avaliar, não é por sua atuação, que em meu conceito carecia de dinamismo. Mas, o pedido de demissão da ministra Marina Silva ecoou no hemisfério direito do meu cérebro. A imagem que tenho dela, como política, é de honestidade. Um valor moral cuja prática julgo necessária, ainda mais no mundo de hoje, ainda mais no Brasil, ainda mais na política brasileira.
Essa reflexão me fez revisitar André Comte-Sponville e seu Pequeno Tratado das Grandes Virtudes. Neste livro ele listou 18 virtudes que atendiam a sua seguinte pergunta: “quais eram as disposições de coração, natureza ou caráter cuja presença, num indivíduo, aumentava a estima moral que eu tinha por ele e cuja ausência ao contrário, a diminuía”.
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