Por: Alisson Villa

Vou falar sobre uma data comemorativa que já passou - o que, para o jornalismo, é o mesmo que chover no molhado. Mas como bem sei que se você quiser ler uma matéria, vai procurar um bom jornal pelo globo, fico mais aliviado para jogar estas palavras à maneira blog - e deveria ser diferente?

No último 7 de abril comemorou-se o dia do jornalista. E na semana que antecedeu a data, idéias pularam sobre as mesas de cada integrante da equipe da Press e fizeram terríveis caretas até criarmos uma peça em homenagem a esses profissionais. Várias palavras ao vento depois, decidimos editar o vídeo “Sobre zebras e tempos”, da banda mineira Alice Ri, para produzirmos uma mensagem sobre o eterno bailar entre o tempo e o fazer jornalístico.

Leia mais

Por: Letícia Espíndola

Todos nós somos lindos e maravilhosos independentes da cor, raça, credo, altura, “largura”, enfim… Cada pessoa é única e linda, do jeito que ela é! Essa é a idéia do site americano You-are-beautiful. Seus criadores querem incentivar movimentos pelo mundo, com o objetivo de espalhar esse elogio e implantar esse conceito na sociedade. Fugir dos estereótipos que as campanhas publicitárias criam. Já tem empresas que sacaram a jogada e apostaram nessa idéia como publicidade para seus produtos. Um alívio para muitas mulheres que estão longe dessa perfeição imposta pela mídia.

Entre para o movimento! Receba elogios de Caetano Veloso!

Leia mais

Por: Aline Barbosa

Já vai fazer um mês que a TV Band estreou o CQC, programa que prometia aliar humor de qualidade e uma nova forma de fazer jornalismo na TV. Muito se falou sobre sua estréia e eu assisti aos primeiros programas e adorei. Mal comecei a tomar gosto pela e perdi a vontade. Explico: CQC está se tornando uma cópia fiel do Pânico. Este, como não poderia deixar de ser, é uma cópia de um programa argentino e o que o CQC brasileiro fez foi somente copiar o original - sem retoques. (o CQC Argentino é também formado por homens de preto e óculos escuros!)

Esses e outros levantamentos estão aqui, numa abordagem da Veja e merecem um minuto de atenção - nem que seja na hora do intervalo. Não há nada de errado em reciclar formatos, mas a criatividade, muitas vezes mora em pequenas doses de acréscimos à receita original. Caso contrário, vamos viver num eterno ‘Vale a Pena ver de Novo’.

Leia mais

Por: Cláudia Tanure

comunicacao-pensamento-interrogacao

Quero perguntar para pensar e não para pirar .

Comunicação Organizacional, Comunicação nas organizações ou Comunicação no contexto das organizações ?

Leia mais

Por: Alisson Villa

Imagine você, como jornalista, podendo fazer a resenha do novo livro do José Saramago antes dele sair gráfica a fora. Ou, ainda, tratar sobre os ângulos do último Martin Scorsese mesmo que a película ainda não tenha ganhado as telas. Pois esse poder quase mediúnico tem aparecido com freqüência quando o assunto é crítica musical. A ânsia jornalística por dar furos ou comentar o novo tem levado alguns veículos a publicar textos baseados em discos que “vazaram” na internet.

Para quem prefere um sorvete em dia de sol, em vez de ter o hábito de vasculhar o mundo virtual em busca de novas bandas, eu explico melhor, com um exemplo: recentemente, o site G1 publicou uma matéria comentando Third, novo disco da cultuada banda de trip-hop Portishead. No texto, há comentários sobre trechos da letra em português, a predominância de uma batida mais densa e impressões pontuais sobre algumas faixas. Agora o grande detalhe: o disco ainda não foi lançado! Ou seja, o veiculo embasou a crítica em uma versão não oficial que apareceu nos sites de compartilhamento de arquivos.

Leia mais