Por: Aline Barbosa

comunicacao1.jpg

 Gente, na última sexta participei do 1ª Congresso de Comunicação Empresarial da Aberje, na Casa Fiat de Cultura. Aprendi muito! E quero dividir aqui com vocês alguns pontos relevantes de forma bem resumida.

Leia mais

Por: Ana Maria Caixeta

Como o Fernando, aqui da Press, está participando de um evento legal na área de design e comunicação, quero aproveitar a oportunidade para estender a informação a outros interessados. É que começou no dia 18 de agosto, no Ponteio Lar Shopping, o Olhar da Criação - I Circuito de Design de Minas Gerais, considerado o maior encontro de criação e design do estado. O evento conta com a presença de inúmeros profissionais reconhecidos nacionalmente e internacionalmente.

Aqueles que ainda quiserem participar devem correr, pois o evento irá até o dia 29, quando contará com a presença de Frederick Van Amstel e Alexander Sugai com as palestras “Design de Interação e as tecnologias do cotidiano” e “Inovação e Design. O Poder Transformador das Idéias” respectivamente.

Leia mais

Ago 22
Twitto, logo:
Por: Valéria Prochnow

… descubro e compartilho um monte de delícias diárias.

Pra seguir a idéia, divido algumas surpresas de hoje, depois de alguns dias sem follows:

- Alguém conhecia isso e o que eles são capazes de fazer?

Leia mais

Por: Ana Maria Caixeta

Café Palhares 

Leia mais

Por: Ana Maria Caixeta

Li no jornal Hoje em Dia, de sexta-feira passada, dia 27, uma matéria um tanto curiosa e, de certa forma, polêmica. No espaço destinado aos assuntos internacionais, estava lá o título: “Lei impõe “notícias positivas” à mídia“. O assunto me chamou a atenção e estimulou minha curiosidade, afinal sempre foi questionado o sensacionalismo, a violência, as catástrofes, o caos do mundo e os problemas alheios como sendo pautas prioritárias na veiculação das notícias.

Mas, apesar de ser a cara de nossos políticos, essa lei não é brasileira, mas sim da Romênia, cujo “senado aprovou uma emenda que obriga as emissoras de televisão e rádio a divulgarem notícias positivas em pelo menos 50% de sua programação“. Fiquei me perguntando se tal procedimento realmente é pertinente e eficaz. Será que esta proposta não é uma censura e ou violação da liberdade de expressão e do direito à informação? Ou será realmente uma nova visão voltada para um novo jeito de fazer jornalismo, definir as pautas, apurar os acontecimentos e divulgar as notícias? Será que, com esta limitação (50% notícias positivas e 50% negativas), o papel do jornalista em retratar a realidade dos fatos e informar ao público sobre os reais acontecimentos do mundo não perderá sua essência e sua ética?

Leia mais