
Gente, na última sexta participei do 1ª Congresso de Comunicação Empresarial da Aberje, na Casa Fiat de Cultura. Aprendi muito! E quero dividir aqui com vocês alguns pontos relevantes de forma bem resumida.

Gente, na última sexta participei do 1ª Congresso de Comunicação Empresarial da Aberje, na Casa Fiat de Cultura. Aprendi muito! E quero dividir aqui com vocês alguns pontos relevantes de forma bem resumida.
Como o Fernando, aqui da Press, está participando de um evento legal na área de design e comunicação, quero aproveitar a oportunidade para estender a informação a outros interessados. É que começou no dia 18 de agosto, no Ponteio Lar Shopping, o Olhar da Criação - I Circuito de Design de Minas Gerais, considerado o maior encontro de criação e design do estado. O evento conta com a presença de inúmeros profissionais reconhecidos nacionalmente e internacionalmente.
Aqueles que ainda quiserem participar devem correr, pois o evento irá até o dia 29, quando contará com a presença de Frederick Van Amstel e Alexander Sugai com as palestras “Design de Interação e as tecnologias do cotidiano” e “Inovação e Design. O Poder Transformador das Idéias” respectivamente.
… descubro e compartilho um monte de delícias diárias.
Pra seguir a idéia, divido algumas surpresas de hoje, depois de alguns dias sem follows:
- Alguém conhecia isso e o que eles são capazes de fazer?
Li no jornal Hoje em Dia, de sexta-feira passada, dia 27, uma matéria um tanto curiosa e, de certa forma, polêmica. No espaço destinado aos assuntos internacionais, estava lá o título: “Lei impõe “notícias positivas” à mídia“. O assunto me chamou a atenção e estimulou minha curiosidade, afinal sempre foi questionado o sensacionalismo, a violência, as catástrofes, o caos do mundo e os problemas alheios como sendo pautas prioritárias na veiculação das notícias.
Mas, apesar de ser a cara de nossos políticos, essa lei não é brasileira, mas sim da Romênia, cujo “senado aprovou uma emenda que obriga as emissoras de televisão e rádio a divulgarem notícias positivas em pelo menos 50% de sua programação“. Fiquei me perguntando se tal procedimento realmente é pertinente e eficaz. Será que esta proposta não é uma censura e ou violação da liberdade de expressão e do direito à informação? Ou será realmente uma nova visão voltada para um novo jeito de fazer jornalismo, definir as pautas, apurar os acontecimentos e divulgar as notícias? Será que, com esta limitação (50% notícias positivas e 50% negativas), o papel do jornalista em retratar a realidade dos fatos e informar ao público sobre os reais acontecimentos do mundo não perderá sua essência e sua ética?