Copa 2014: reflexões gerenciais

Quando recebi a newsletter da AB Consultores com um artigo sobre a Copa 2014 da Georgina, profissional admirável de qualquer ponto de vista, e uma querida para mim, logo percebi o quanto importante era a reflexão que ela propôs ao leitor. Assim, pedi a ela licença para compartilhar com todos vocês por meio do nosso site e prontamente ela me cedeu o seu artigo. Vou deixar o leitor chegar as suas próprias interpretações, mas ao final do texto deixo as minhas percepções.

Copa

Copa 2014: uma reflexão

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“A história é escrita pelos vencedores”, frase atribuída a George Orwell, deve iniciar o ensaio a seguir.

Nossa seleção perdeu na semifinal da Copa do Mundo realizada em nosso país, vergonhosamente, por 7 a 1 para a seleção da Alemanha. Tivesse o Brasil ganhado este jogo, estaríamos hoje celebrando a emoção, a superação e a garra dos nossos jogadores, a visão estratégica do Felipão, a ousadia de sua tática. Contaríamos a história sob a ótica dos vencedores – versão que prevalece nos relatos.

Mas… perdemos a Copa. E é sobre essa perda que me ocorreu elaborar um pequeno ensaio a respeito da força das expectativas, compreendendo-as tanto em seus aspectos estimuladores (aqueles que nos movem) quanto em seus aspectos depreciativos (que nos imobilizam para a ação ou para a superação).

Não sendo esse ensaio direcionado para os esquemas táticos ou para o percurso da nossa seleção, comecemos pelas expectativas depositadas em nossos jogadores e técnicos.

Depois de 64 anos, a Copa é de novo no Brasil. A seleção de 2014 nos redimiria do “Maracanazo”, como ficou conhecida a derrota na final de 1950. Também justificaria os gastos com o evento, os desgastes, as obras inconclusas, as denúncias de superfaturamento. Pela sensação de bem estar que geraria (e gerou, até ontem, dia 08 de julho), melhoraria o nosso humor, aumentaria nosso senso de identidade comum, nossa conhecida hospitalidade. Esqueceríamos dos problemas de base, da violência, do transporte coletivo, da saúde pública. As manifestações, em sua virulência, seriam atenuadas por não contar mais com o apoio do nosso povo, destinado a se sagrar também como uma nação unida e vocacionada para a alegria. Se fomos capazes de superar todas as previsões pessimistas em relação à Copa e confirmamos, com nossas atitudes, que essa é a Copa das Copas, certamente venceríamos todas as outras mazelas… Pobres jogadores, pobre técnico. Neles depositamos nossas incompletudes e faltas, nossa baixa autoestima, nossas fragilidades, todas superadas pelo grito de gol contra nossos adversários, a cada jogo.

Começamos com um gol contra. Prenúncio? Mas ganhamos da Croácia. Empatamos com o México e ganhamos de Camarões. Na base da luta e da garra, fomos para as oitavas de final, aumentando a esperança do povo e a expectativa que chegaríamos lá, no Hexa Campeonato. Ganhamos do Chile nos pênaltis, pós prorrogação. Antes das cobranças, nossos heróis choravam, recusavam-se a encarar seu dever, pediam para não assumir tamanha responsabilidade.  O nosso goleiro por hora redimido, defendeu dois e a trave – a mão de Deus?-  também colaborou: além de nossa competência, o  universo conspirava a nosso favor. Passamos  bem pela Colômbia. E foi nesse jogo – em segundos – que tudo veio abaixo. O herói maior – Neymar – foi duramente golpeado por um adversário.

Daí para a frente, a qualquer hora em que se ligasse a TV, a cena do herói abatido se repetia e se repetia e se repetia. Chorávamos todos a sua fratura – a fratura da esperança nele personificada. E o tom de emoção, o dever de ganhar em seu nome (e, portanto, em nome de todos nós) é transferida como nova obrigação aos nossos canarinhos. Portaríamos a máscara do Neymar e o levaríamos a campo. O hino nacional, entoado com força e plenitude, era acompanhado da nova bandeira nacional – a camisa 10 – hasteada pelo novo capitão. O David.

Em muitos momentos, parecia que estávamos de luto. Os mais velhos se lembrarão da imagem do Tancredo e da peregrinação de seu corpo por São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, São João D’El Rey.  Os menos velhos, se lembrarão do cortejo do Airton Senna.  Mas espera aí: Neymar não morreu. Felizmente para todos nós, em breve estará de volta aos estádios.

Que luto então estávamos sentindo? Com tantos símbolos, foi a ausência do Neymar o maior personagem daquele embate que não será esquecido. A extensão de sua ausência foi, talvez, a lembrança mais incômoda e insuportável colocada nos ombros dos nossos jogadores. Não era mais a nação que estava ali representada. E já era muito.  Todos os demais jogadores – bons, medíocres, regulares – seriam todos Neymar. A presença de sua ausência, teimosamente instalada em todos nós, ressaltava a nossa fragilidade e, pelo efeito de comparação, o nosso despreparo.

Quem morreu então? Ou o que morreu? Penso que desde junho de 2013, quando começaram as manifestações totalmente diferentes das até então experimentadas por nós, estamos embalando um luto que, por não ter um morto, não se revela tão claro. Precisa ser ainda desvendado. E que cedeu passagem a uma nova luta, mais alegre, mais combativa, mais partilhada. Nunca fomos tão brasileiros. Nunca fomos tão admirados pelo nosso jeito de ser. Nunca nossas características foram tão exaltadas. Pena que o sonho acabou com um placar tão surpreendente quanto humilhante. E diante de acontecimento tão inusitado em que nossas honras foram expressas por um gol, quase de piedade, voltamos à nossa condição anterior que acreditávamos superada. Olhamo-nos no espelho e não estamos nada felizes com o que vemos. Os mesmos locutores e repórteres que clamavam pela redenção de um grupo medíocre pela via da emoção, são agora os que condenam a substituição do preparo pela simbologia, da técnica pela ousadia adolescente e que, esquecidos do penta conquistado pelo Felipão, agora realçam sua teimosia, sua falta de tática, sua escalação, o cronograma de treinos.

A seleção alemã, pivô dessa ressurgência brasileira, foi uma construção que teve seu tempo, iniciada a partir da copa de 2006. Dezessete de seus jogadores jogam juntos desde este ano. Não foi uma seleção sempre exitosa: perdeu campeonatos europeus, ficou nas quartas de final na copa de 2010. Entretanto, manteve-se o time. Manteve-se o técnico. Manteve-se a crença na construção de uma equipe.

E o que tudo isso tem a ver com a reflexão gerencial mencionada no título? Precisamos, também em nossas empresas, construir o coletivo em detrimento do individual. Deixar de valorizar os heróis para ceder espaço ao time. Substituir a admiração às lideranças carismáticas, pelo compromisso com responsabilidade dos atos individuais. Lembrar que as expectativas positivas, reais de serem alcançadas, podem nos levar a querer sermos melhor do que somos. E as negativas, as impossíveis, a nos sentir castrados e impotentes diante de um ideal que jamais será atingido. E que o poder –ah, o poder – transforma sapos em príncipes e a perda dele, ao inverso, príncipes em sapos.

Comecei este ensaio com George Orwell, um inglês. Termino com o Brecht, alemão: “Infeliz a nação que precisa de heróis”.

E até a próxima Copa. Vai Brasil.

Georgina Alves Vieira da Silva

Doutora em Psicologia Social 

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Para mim ficaram duas questões centrais sobre essa analogia da Copa: ganhar e perder são atos inter-dependentes, onde um só existe em função do outro e por causa deste entranhamento é que não devemos polarizar as nossas análises de forma maniqueísta entre o bem e o mal, o acerto e o erro, a virtude e o defeito,  como se tudo isso estivesse em lados opostos, não estão! São apenas dois lados da mesma moeda e assim as duas situações tem muito, muito a nos ensinar. Saindo do mundo da Copa e trazendo para o mundo corporativo, arrisco a dizer que, as culturas organizacionais que amedrontam seus funcionários em relação aos erros reprimem neles a condição de inovação e a possibilidades de acertos maiores.

E a outra questão nessa analogia com a Copa é a valorização da equipe, mais do que das “estrelas” individuais. Fica a lição da Alemanha, indiscutivelmente um time. Claudia Tanure

Assessoria de imprensa garante resultado positivo

assessoria de imprensa

 Matérias advindas da assessoria de imprensa  

 

O ItaúPower Shopping recebeu hoje, dia 24,por meio da assessoria de imprensa, duas inserções de destaque na mídia de Belo Horizonte. O jornal Estado de Minas publicou a matéria, de página inteira, “Dia dos Pais mais barato”. O jornal Hoje em Dia publicou “Em liquidação, comércio comemora volta às compras”. As duas inserções falaram das liquidações de inverno realizadas pelos shoppings de Belo Horizonte, uma oportunidade para as pessoas garantirem o presente para o Dia dos Pais com descontos que chegam a 70%. O ItaúPower Shopping, localizado em Contagem, foi o único mall que participou das matérias que destacaram os centros de compras da capital mineira.

Essas duas inserções são resultado da atuação assertiva da equipe de Relações com a Imprensa da Press Comunicação. Lançando mão das práticas rotineiras da assessoria de imprensa aliadas ao estreito relacionamento com os jornalistas, a jornalista que faz o atendimento do ItaúPower Shopping apurou e reuniu todas as informações do cliente em um press release que foi divulgado para a imprensa ontem mesmo. Foi no tão importante follow up com os cadernos de Economia que a assessora teve conhecimento do que seria notícia hoje.

“Na assessoria de imprensa, o estreito relacionamento com a imprensa é fundamental para que o assessor guie o seu trabalho. Mas é na confiança do cliente e na união de forças com ele que os resultados são conquistados”, destaca Flávia Amaral, jornalista do núcleo de Relações com a Imprensa da Press Comunicação.

Clique aqui para conferir as duas matérias que o ItaúPower Shopping participou hoje. Logo abaixo você confere os detalhes sobre a promoção do Dia dos Pais.

Assessoria de Imprensa para o Dia dos Pais no ItaúPower Shopping

O ItaúPower Shopping quer inovar neste Dia dos Pais. O shopping vai sortear uma moto Harley Davidson, modelo de lançamento Forty Eight, uma parceria com a Harley Davidson Belo Horizonte. De 31 de julho a 10 de agosto, a cada R$150 em compras nas lojas e quiosques do shopping, o cliente que apresentar os cupons fiscais poderá trocar por cupons para concorrer à moto.

Não há limite por CPF e o sorteio será realizado dia 11 de agosto, às 10h. A troca dos cupons poderá ser realizada de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, e no domingo, das 14h às 20h, no local de trocas localizado no 1º piso.

Com a promoção, o shopping espera um incremento de 5% de fluxo de público. “Com a promoção do Dia dos Pais o ItaúPower Shopping tem o objetivo de estimular as vendas, mas inovar na premiação. Uma Harley Davidson é o sonho de consumo de muita gente. Para muitos, uma Harley Davidson é um estilo de vida. Queremos proporcionar isso para nosso público masculino, que é forte aqui no shopping”, afirma Renata Guimarães, gerente de marketing do mall. Entre as sugestões de presentes, a gerente de marketing aposta nas opções de perfumaria e tecnologia.

O ItaúPower Shopping está situado no ponto de convergência das principais vias de ligação da grande Belo Horizonte – a Via Expressa, avenida Amazonas e o Anel Rodoviário.

SERVIÇO:

Promoção do Dia dos Pais do ItaúPower Shopping

De 31/07 a 10/08

Sorteio de uma (01) moto Harley Davidson, modelo Forty Eight (lançamento). Sorteio dia 11 de agosto, às 10h.

Valor: a cada R$150 de compras

Endereço: Avenida General David Sarnoff, 5.160 – Cidade Industrial –Contagem

Informações: (31) 3329.3006

Confira as redes sociais do ItaúPower Shopping e aproveite para participar da promoção. Boa Sorte!

Facebook/ItaúPower Shopping

Twitter/ @itau_power

Contatos da assessoria de imprensa: Flávia Amaral – flavia@presscomunicacao.com.br

A Comunicação da Responsabilidade Social

montagem_II Festival Cultural

Dando continuidade à serie de artigos sobre Responsabilidade Social nas empresas, na perspectiva da comunicação, apresentamos a seguir alguns bons exemplos em Minas Gerais. Segundo  Wilson Bueno (2003) “Responsabilidade social é o exercício planejado e sistemático de ações, estratégias, e a implantação de canais de relacionamento entre uma organização, seus públicos de interesse e a própria sociedade”. Cada dia mais disseminada e adotada por diversas empresas, a Responsabilidade Social exige estratégias para cumprir seus objetivos comunicacionais. Entre eles, e talvez o principal, está agregar valor à imagem da empresa, por meio da percepção favorável que seus stakeholders  e a sociedade irão atribuir a ela e também por meio de sua preocupação com o desenvolvimento social, que demonstra um interesse para além dos lucros. Além disso, é fator motivacional para os funcionários como exemplo de engajamento cidadão e, para os consumidores, motivo de escolha na decisão de compra. Segundo pesquisa do Instituto Ethos, 1/3 dos consumidores brasileiros consultados já deixou de comprar produtos de empresas que apresentaram posturas indesejáveis, como produtos que fazem mal à saúde e uso de trabalho escravo. 51% dos consumidores falaram mal das empresas socialmente irresponsáveis. Desses, 30% deixaram de comprar produtos ou serviços delas. Números que indicam que uma empresa  não cidadã tenderá a perder terreno entre os públicos de interesse. Não só lameando a sua reputação, mas perdendo negócios também.

Um  exemplo de  empresa cidadã  é o Instituto Unimed-BH, associação sem fins lucrativos, criada pela Unimed BH em 2003 com a missão de conduzir o seu programa de Responsabilidade Social Cooperativista. Os projetos desenvolvidos têm na saúde sua área prioritária, mas mantêm interface com outros campos por meio de cinco linhas de ação: Comunidade, Meio Ambiente, Voluntariado, Adoção de Espaços Públicos e Cultura. Só em  2013, as ações beneficiaram, diretamente, 452 mil pessoas.

Entre os principais programas desenvolvidos pelo Instituto, está o Circuito Unimed-BH. Criado para estimular a saúde e o bem-estar ao ar livre, oferece gratuitamente atividades físicas, de lazer e de cultura, nas praças adotadas pela Cooperativa. O Circuito Unimed-BH já realizou 24 shows e espetáculos teatrais em 2013, reunindo 11,5 mil pessoas. A iniciativa também oferece aulas de Tai chi chuan, alongamento e caminhada orientada na Praça Floriano Peixoto, que mobilizaram 7 mil frequentadores no ano passado. Em 2014, além da programação nos dois espaços adotados pela Cooperativa em Belo Horizonte – Praças da Saúde e Floriano Peixoto –, a Praça Milton Campos, em Betim, também recebe atrações.

Outro exemplo é o da UPTIME – Comunicação em Inglês. Desde 2006, a empresa é parceira institucional do Instituto Compartilhar, idealizado pelo técnico da seleção de vôlei Bernardinho, como uma forma de retribuir o sucesso que o esporte lhe proporcionou. Na sua visão, embora longe de ser um “mundo” perfeito, o esporte apresenta exemplos positivos para a sociedade, e é cada dia mais percebido como um elemento fundamental no processo educacional e de inclusão social pela sua capacidade de motivar e inspirar positivamente o desenvolvimento humano. O Grupo UPTIME acredita nesta ideia e, por isso, apoia financeiramente o projeto, possibilitando que o Instituto Compartilhar mantenha as atividades. O foco é apoiar o Instituto no ensino de valores e na formação do cidadão por meio do esporte.

Exposição Nacional do Mangalarga Marchador é pauta para a imprensa

matérias que se destacaram na imprensa sobre a Exposição do Mangalarga Marchador

Exposição do Mangalarga Marchador é destaque na imprensa

De hoje até 2 de agosto é realizada, em Belo Horizonte, no Parque Bolívar de Andrade (Parque da Gameleira), a 33ª Exposição Nacional do Mangalarga Marchador. O evento, que é divulgado pela equipe de Relações com a Imprensa da Press Comunicação, traz o tema “Cavalo Nacional”. A abertura oficial da exposição será no dia 24 de julho, com show de César Menotti & Fabiano. Para os onze dias de evento, são esperados mais de 150 mil visitantes.

O trabalho de assessoria de imprensa do evento é realizado pela Press desde a edição de 2006. “Esses oito anos de atendimento foram importantes para a imprensa se identificar com a agência no contato para informações e contribui para fortalecer a imagem do evento perante seus públicos”, conta Robson Rajão, diretor Financeiro da Press Comunicação. O diretor ainda ressalta que o conhecimento que a agência detém sobre o agronegócio e sobre a marca Mangalarga Marchador propicia um bom atendimento, com uma linguagem adequada, e facilita o contato, tanto com os jornalistas, quanto com o cliente. Conheça mais sobre o serviço de Relações com a Imprensa da Press.

O que comprova essa boa relação é que, nesta edição, o assunto já vem gerando bons resultados, sendo pauta da imprensa desde o início do mês. Vários sites especializados já publicaram notícias sobre o assunto, como a Revista Marcha Brasil, a Página Rural, o Mundo do Agronegócio, N1 Cavalos, entre outros. Na mídia impressa, destacamos a capa do Agronegócio, do jornal Estado de Minas, entre outros cadernos do mesmo veículo, além de outras matérias no Hoje em Dia, O Tempo e jornal Diário do Comércio.

Saiba mais sobre o evento

Organizada pela Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM), a exposição é um dos eventos de equinocultura mais importantes da América Latina. A expectativa da 33ª edição é que sejam movimentados R$ 9 milhões em negócios gerados nos leilões, shoppings de animais e vendas diretas entre os criadores. Cerca de 1.500 animais oriundos de todas as regiões do país vão participar de concursos de marcha, julgamentos, provas funcionais e sociais.

Segundo dados da Comissão Nacional do Cavalo da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), denominado “A Equinocultura Brasileira Inserida no Agronegócio” divulgado no 1° Simpósio Equestre do Distrito Federal/2010 revelou que o Complexo do Agronegócio Cavalo gera faturamento de R$ 7,5 bilhões, registrando 642,5 mil empregos diretos e 2,6 milhões de empregos indiretos.

65 anos da ABCCMM

Esta edição será ainda mais especial, pois a ABCCMM está comemorando 65 anos de atividade. Vale ressaltar que, recentemente, a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei nº 12.975, que declara a Mangalarga Marchador como a raça nacional de cavalos do Brasil. Com origem em Minas Gerais, a raça conquistou o país e conta hoje com 9.000 associados, sendo que Minas Gerais possui 4.500.

Com sede em Belo Horizonte, a Associação foi criada em 1949 e ostenta hoje o título de maior entidade de criadores de equinos da América Latina. Minas lidera também a lista de estados com maior número de criadores associados e de animais, 165 mil, enquanto que no Rio de Janeiro estão cerca de 76 mil e, em São Paulo, 50 mil. No exterior, existem animais Mangalarga Marchador nos Estados Unidos, Europa, Uruguai e Peru.

Mais informações www.abccmm.org.br.

Serviço:

33ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga Marchador

Data: 23 de julho a 2 de agosto, a partir das 8h

Local: Parque da Gameleira – Avenida Amazonas, 6.020, Gameleira, Belo Horizonte, Minas Gerais

Ingressos para a exposição: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada) – crianças até 12 anos não pagam.

Observação: No dia da abertura oficial do evento, 24 de julho, com show de César Menotti e Fabiano, o ingresso custará R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).

Ingressos para a minifazenda: R$7 a ser pago separadamente do ingresso para a exposição.

Informações: www.abccmm.org.br ou (31)3379.6100 / 6140 / 6141

Informações para a imprensa:

Press Comunicação Empresarial – (31) 3245-3778

Daisy Silva – daisy@presscomunicacao.com.br l (31) 8577-0256

Robson Rajão – rajao@presscomunicacao.com.br | (31) 8577-0254

Parceria entre Press e Sicoob eterniza histórias de funcionários no livro Orgulho de ser Sicoob

foto (6)_ Um dos grandes clientes da Press Comunicação, o Sicoob Confederação acaba de lançar o livro “Orgulho de ser Sicoob”, que reúne 20 histórias de funcionários sobre o relacionamento deles com o Sicoob. Os relatos foram selecionados em um concurso interno, realizado em 2013, para os 26 mil empregados e dirigentes da instituição. Na ocasião, foram enviados centenas de relatos que passaram por uma seleção, a partir de uma votação nacional entre integrantes do Sistema, para que essas histórias pudessem compor a publicação.Também compõem o livro as 30 frases que escreveram sobre: “Sicoob. Associado ao que há de melhor, associado a…” e “Tenho orgulho de ser Sicoob por que…”. A campanha ainda sugeria a criação de frases utilizando as palavras “orgulho” e “cooperativismo”.

Todo o conteúdo foi editado pela Press e os jornalistas da agência ainda participaram da produção do livro entrando em contato com os autores das histórias selecionadas, a fim de entender seus sentimentos e de valorizar ainda mais o texto, que expressa o relacionamento deles com o Sicoob. A apuração também foi importante para trabalhar a história de forma jornalística e mais atraente ao leitor, além de buscar a descrição do perfil de cada um, a fim de que pudessem ser retratados por meio de caricatura. Cada autor também enviou uma foto para facilitar os traços físicos. Coube à Loggia, agência responsável pela área de publicidade e marketing do Sicoob, a criação de todas as peças, do hotsite e das caricaturas que ilustram os textos. As 20 histórias foram colocadas em votação para que o público escolhesse as três mais emocionantes, cujos autores foram premiados.

A jornalista e editora da Press Comunicação, Luciana Neves, comenta que foi bastante interessante comprovar, por meio das histórias, o carinho, a consideração e o orgulho dos autores das histórias pelo Sicoob. “A sensação de pertencimento é muito grande, visível nos depoimentos das pessoas com quem conversei. E isso, independentemente, do tempo de trabalho nas cooperativas, seja quem tem menos de um ano, seja quem tem décadas. O Sicoob, com certeza, também deve ter muito orgulho de seus empregados”, elogia. Luciana ainda se surpreendeu com o interesse das pessoas em participar deste projeto. “Fiquei impressionada com a disponibilidade de todos, que, prontamente, sempre me enviaram os retornos. De dirigentes a atendentes, todos sempre se colocaram à disposição”, observa.

“Mais uma vez a parceria da Press com o Sicoob foi aprovada. O resultado foi muito positivo. Conseguimos captar o sentimento de cada um por meio dos textos. As histórias são inspiradoras e consideradas um retrato vivo do cooperativismo financeiro do Brasil”, elogia a supervisora de Comunicação do Sicoob, Flaviana Garcia Gouvea. Conheça as histórias na íntegra no http://orgulho.sicoobcorporativo.com.br/.

Produção Editorial: apuração, redação, edição e diagramação de livros também são trabalhos da área de Produção Editorial que a Press desenvolve para seus clientes. Conheça mais sobre esse serviço aqui.

Responsabilidade social e assessoria de imprensa

A Unimed-BH, cliente da Press, foi mais uma vez destaque na imprensa por uma iniciativa de Responsabilidade Social. No final de semana, em 12 de julho, a coluna do PCO, no jornal Tudo, divulgou uma nota (clique e leia) sobre a conquista do Selo Diamante de Sustentabilidade – edição 2014, que a cooperativa recebeu da Unimed do Brasil, pelo quinto ano consecutivo no estágio máximo de excelência.

Divulgar essas ações, tanto da Unimed-BH, quanto do Instituto Unimed-BH faz parte do trabalho de Relações com a Imprensa, promovido pela Press, e também está relacionado com o trabalho de Comunicação em Sustentabilidade, tão importante para o fortalecimento da marca e reputação das empresas.

A máxima de que “quem não é visto não é lembrado” se encaixa no universo corporativo. Com o trabalho de assessoria de imprensa da agência, no ano de 2013, a Unimed-BH conquistou 302.609 cm² (422 matérias) na mídia impressa. Esse dado equivale a 512 páginas de revista padrão Veja ou a 175 páginas de jornal em formato standard. Já no online, foram monitoradas 841 matérias, reforçando a importância da mídia digital como meio de comunicação. Já na mídia eletrônica (rádio e tv), o espaço total foi de 8 horas, 11 minutos e 15 segundos.

Assim a comunicação cumpre um importante papel: dar visibilidade as ações corporativas contribuindo com o reconhecimento do público.

O prêmio

O objetivo da iniciativa é reconhecer as cooperativas do Sistema Unimed que incorporam os temas essenciais da sustentabilidade em sua gestão, tanto em aspectos sociais, econômicos, quanto ambientais. Esta é a décima vez que a Unimed-BH recebe a certificação, o que reforça sua atuação de acordo com os princípios da Responsabilidade Social.

O Selo Unimed de Responsabilidade Social é considerado uma importante ferramenta de autodiagnóstico, podendo auxiliar na estratégia da gestão responsável. A metodologia de avaliação baseia-se em temas de responsabilidade social – valores, transparência, governança corporativa, público interno, meio ambiente, fornecedores, clientes, comunidade, governo e sociedade –, do Balanço Social Modelo Ibase, adaptado para cooperativas. A categoria Diamante, conquistada pela Unimed-BH, é a mais elevada da premiação (de 91 a 100 pontos). O resultado revela que a cooperativa possui uma Política de Sustentabilidade definida e é um exemplo a ser seguido.

Ações sustentáveis

Investir nessas ações é uma premissa da Unimed-BH. E esse trabalho se dá por meio das iniciativas do Instituto Unimed-BH, criado em 2003 com a missão de conduzir o programa de Responsabilidade Social Cooperativista da Unimed-BH. Os projetos desenvolvidos têm na saúde sua área prioritária, mas mantêm interface com outros campos por meio de cinco linhas de ação: Comunidade, Meio Ambiente, Voluntariado, Espaço público e Cultura. Em 2013, as ações beneficiaram, diretamente, 452 mil pessoas.

Se você também promove iniciativas de responsabilidade social ou de outras áreas da sustentabilidade, conte com a Press para desenvolver um trabalho de comunicação e divulgar essas ações, garantindo visibilidade para suas atividades!

Mineração: atividade sustentável aliada à Comunicação

A Press Comunicação está publicando uma série de textos que exploram o assunto da sustentabilidade, meio ambiente e da comunicação no Brasil. Uns exemplos são os textos de Sustentabilidade: uma ciranda de significados e Responsabilidade socioambiental. Nos textos, explicamos que a prática de iniciativas sustentáveis de pouco adianta sem o respaldo da comunicação. Ela é fundamental para divulgar as ações, comunicar as mudanças de hábitos, informar os resultados e os objetivos dos projetos implantados. Por meio de campanhas internas e externas, as atividades ganham força e simples atitudes se transformam em grandes ações.

O diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração José Fernando Coura, produziu um artigo para a Folha de São Paulo sobre Mineração, atividade sustentável nessa sexta feira, dia 11 de julho. Acesse a íntegra do artigo aqui. Em seu texto, o engenheiro explica que a atividade mineral tem dotado o Brasil de matérias-primas para sustentar o crescimento econômico e gerado divisas para o país via exportação. Em contraponto, a mineração foi um dos assuntos que mais evoluiu em relação à sustentabilidade. De acordo com Coura, a mineração é um dos setores mais regulados do ponto de vista ambiental e não existe, atualmente, projeto de mineração empresarial que não tenha passado por processo de licenciamento, mesmo que simplificado. Ou seja, a mineração enfrenta preconceitos como uma polêmica em torno da preservação de cavidades naturais subterrâneas, mas na realidade, a mineração é o único setor da economia que tem como obrigação recuperar o meio ambiente degradado, de acordo com a lei publicada na Constituição Federal artigo 225.

A legislação apontada pelo engenheiro representa um avanço na proteção do patrimônio chamado de “espeleológico”, ou seja, que está na caverna. Com essas leis, pessoas capacitadas tendem a ser contratadas para evitar danos ao meio ambiente. Ou seja, a mineração tem tomado um rumo positivo, pois bons profissionais estão trabalhando a todo vapor para atingir os objetivos esperados e não deixar de lado a questão ambiental. Para José Fernando Coura, “a mineração tem um compromisso histórico com a espeleologia, pois os mais respeitados espeleológicos foram formados nas mesmas escolas de geologia e engenharia de minas das quais saíram os profissionais que estão à frente da mineração nacional, muitos dos quais como dirigentes e CEOs”, afirma.

Para reforçar esse rumo da mineração, as empresas devem contar com a comunicação como aliado. Conte com a Press para fazer toda a diferença em seu trabalho! A Press está pronta para divulgar suas ações, informar resultados dos projetos implantados por meio de campanhas completas sobre sustentabilidade e produzir informativos para a comunidade. Não perca tempo! Venha conhecer a Press e trabalhar a comunicação de sua empresa na área da sustentabilidade!

A interferência da Comunicação na Governança Corporativa

A importância da comunicação em relação a Governança Corporativa na contemporaneidade é refletida nesse artigo no Hoje em Dia.

Para muitos estudiosos, vivemos na sociedade da informação, ou seria sociedade da comunicação? No século 20, os defensores desta teoria já preconizavam ser o conhecimento e a informação, a fonte de crescimento, o motor propulsor da sociedade do futuro. A tecnologia capitaneada pelo computador, em conjunto com o desenvolvimento das telecomunicações, foi decisiva para concretizar de vez esta perspectiva. Esse acesso às informações, pela combinação de diversos dispositivos como satélites, televisão, telefones celulares, computadores e internet, produziu o aumento da conexão entre sujeitos individuais ou coletivos como as organizações, quebrando barreiras como a distância e a língua, e diminuindo fronteiras geográficas, sociais e humanas.

O acesso veloz e abrangente às informações, a comunicação de massa, a tecnologia que gera o encurtamento do tempo e espaço são alterações que influenciaram o modo de o homem estar no mundo e, consequentemente, trouxeram novas implicações éticas e morais para a sociedade.

Assim, a abrangência desses fenômenos e seu poder de transformação geraram uma reestruturação dentro do contexto organizacional, por meio da mudança de comportamento das pessoas.

Mas, se por um lado as organizações dispõem de muito mais informações para alavancar os seus negócios, por outro esse fenômeno implicou mais cobrança da sociedade por transparência, por fornecer e compartilhar essas informações.

As próprias organizações, na década de 1990, procurando institucionalizar maneiras de prestar contas à sociedade inauguraram o sistema de “governança corporativa” e “accountability”, a fim de dar uma resposta ao clamor da sociedade por informação e ética na conduta dos seus negócios. Mas quais significados esses termos carregam? E como a sua chegada impactou a comunicação entre organizações e seus interlocutores? Tentando jogar luz a essa reflexão que propõe o artigo, explicamos que um sistema de governança corporativa[1] é um conjunto de regulamentos e convenções culturais que vão reger justamente a relação entre a empresa, os acionistas e os diversos atores sociais, que, de alguma maneira, estão conectados a ela.

Oito princípios sustentam a governança corporativa, sendo eles: estado de direito, transparência, responsabilidade, orientação por consenso, igualdade e inclusividade, efetividade e eficiência e prestação de conta (accountability). Fazendo parte desse sistema, a accountability fornece importante aparato para o controle das ações das organizações e sua divulgação para a sociedade. O termovem da língua inglesa e não tem tradução exata para o português, já que o seu sentido mais comum nos remete à obrigação de membros de uma organização pública ou privada prestar contas de suas ações a instâncias controladoras ou a seus representantes. Na ausência de tal tradução, outro termo usado numa possível versão portuguesa é responsabilização, que é frequentemente usado em circunstâncias que denotam responsabilidade social, imputabilidade, obrigações e prestação de contas.

No entanto, essa questão não é meramente linguística; a nosso ver, traz em si outro sentido, o de que no Brasil as organizações não se preocupavam em prestar contas de seus atos à sociedade, e mesmo hoje muitas transformam isso em um instrumento de marketing em busca de aceitação social. Em consonância com essa premissa, Campos (1990, p. 1), autora do emblemático artigo intitulado “Accountability. Quando poderemos traduzi-la para o português?”, diz que: “[…] Ao longo dos anos foi entendido que faltava aos brasileiros não precisamente a palavra, ausente tanto na linguagem comum como nos dicionários. Na verdade, o que nos falta é o próprio conceito, razão pela qual não dispomos da palavra em nosso vocabulário”.

A autora nos fornece a noção de que a accountability envolve três dimensões – informação, justificação e punição –, podendo ou não essas estar juntas para que existam os atos de accountability. Sendo um sistema de informação e controle das ações de organizações, pode ser implantadas em políticas públicas, em questões administrativas, profissionais, financeiras, morais, legais e constitucionais em esferas públicas e privadas.

Cada um desses três campos da accountability apresenta diferentes mecanismos e objetivos específicos para o controle, a vigilância e a busca de transparência das ações das organizações. Apesar da recente presença do conceito da accountability no Brasil, ela representa importante mudança de paradigmas na relação comunicativa entre as organizações e a sociedade.

[1] Governança corporativa – Disponível em:< http://www.ibgc.org.br/Secao.aspx?CodSecao=17 >. Acesso em: 28 maio 2009.

Assessoria de Imprensa ou Relações com a Imprensa

Percebendo um movimento de mudança, um deslizamento do uso do termo assessoria de imprensa para relações com a imprensa, ambos definindo uma prática contemporânea de comunicação organizacional, resolvemos pesquisar um pouco sobre este fenômeno. A princípio observa-se que este processo acontece de forma mais presente nas agências de comunicação empresarial. E esse movimento, que se mostra fluido, ainda vem acontecendo de forma heterogênea: uns usam assessoria de imprensa, outros relações com a imprensa e tem até os que usam os dois em seus discursos.

Assim, se pensarmos na perspectiva da Semiótica, ciência que estuda os signos, os processo de significação, podemos observar que as palavras, frases, enquanto signos, propiciam múltiplos sentidos, que ao serem interpretados considera-se diversos fatores como o contexto cultural onde se insere. Dessa forma, podemos dizer que há muito mais significados embutidos nesta polarização do termo do que uma simples troca de nome ou modismo empresarial.

Rumo a esta dialética, aliás, palavra grega dialektiké que significa a arte do diálogo, de debater ou raciocinar, faz-se importante voltar ao conceito do termo assessoria de imprensa.

Com o papel de centralidade social que as organizações empresariais têm hoje na contemporaneidade, surgiram varias situações no seu dia a dia. Entre elas e talvez a principal, ter que se relacionar com a sociedade e consequentemente com novos públicos até então considerados periféricos aos seus negócios. Um consumidor mais consciente, comunidades vizinhas mais articuladas, ONGS, e a mídia, que de certa forma passou a ser o ethos da discussão a Àgora da democracia moderna, exemplificam esse cenário. Um cidadão insatisfeito com uma empresa, seja por mau atendimento, poluição, seja por contratos mal entendidos, busca diretamente a TV, por exemplo, para dar voz a sua queixa, aos seus direitos.

Sem nos ater aos fatos históricos, que apontam o início desta atividade em 1906 pelo americano Ivy Lee e mais aos sociais e antropológicos é que consideramos que este contexto foi propulsor da assessoria de imprensa, como instrumento de comunicação organizacional. A assessoria de imprensa cria de forma planejada uma interlocução entre as empresas, então despreparadas para este convívio, com a mídia. Por outro lado, contribui também com a imprensa, lhe fornecendo informações já moduladas de acordo com o jornalismo, facilita os contatos com os porta-vozes das empresas, permitindo a efetivação da premissa do bom jornalismo, de sempre ouvir os dois lados envolvidos na noticia.

Entretanto, ao viver um processo de evolução e amadurecimento percebido a partir dos anos 1990, os profissionais que atuam com a assessoria de imprensa perceberam que este era sem dúvida um trabalho muito mais de inteligência estratégica do que operacional. E é ai que começa a surgir um deslocamento do conceito, para o termo relações com a imprensa.

Voltando a questão semiótica defendemos que não é apenas uma questão de sintaxe (relativa à “forma”) ou a uma semântica (relativa ao “conteúdo”), mas o que está em jogo é a construção de novos sentidos para este instrumento de comunicação organizacional, caminhando em uma direção mais abrangente, mais dialógica onde os profissionais se dedicam mais ao desenvolvimento relacional entre os sujeitos envolvidos nesta interação, como os veículos, a mídia, jornalistas e as empresas assessoradas, para que  se reconheçam, dialoguem, se respeitem e se possível se entendam.