Assessoria de imprensa e SEO, uma parceria possível

Queremos compartilhar com vocês este artigodo jornal da Comunicação Corporativa, produzido pela Mega Brasil, que nos pareceu tratar de um assunto bastante novo, a necessidade de trabalhar com o SEO para a agência e para os clientes, e como a assessoria de imprensa pode ajudar nisso.

Assessoria de imprensa pode ser parceira do SEO aumentando a visibilidade da marca

Assessoria de imprensa pode ser parceira do SEO aumentando a visibilidade da marca

 

Artigo publicado no Jornal da Comunicação Corporativa

Assessoria de imprensa e SEO: uma parceria que pode dar certo!
Talita Scotto
21/10/2014

Tão precioso quanto o trabalho de assessoria de imprensa para marcas e empresas, está o SEO – otimização para motores de busca na Internet, considerando, principalmente, o posicionamento de determinada empresa no Google, o principal buscador do mercado.
Enquanto a assessoria de imprensa constrói marcas e é a responsável pelo relacionamento com os jornalistas, tendo seu grande mérito por emplacar reportagens em veículos de repercussão, cuidando da reputação da empresa, o SEO surge como um possível aliado, que pode trabalhar de maneira integrada com a assessoria, oferecendo mais oportunidades de inserção na mídia online.
Com uma possível parceria, o mais importante é saber exatamente qual a responsabilidade de cada um deles isoladamente e, depois, de maneira integrada, trabalhar em conjunto, complementando um a função do outro.

O papel de cada um assessoria de imprensa e SEO

– O conteúdo da assessoria de imprensa nem sempre vai de encontro ao objetivo do SEO, ou seja, ao projeto, pois a assessoria de imprensa trabalha a notícia, a entrevista e o interesse editorial, tendo uma formatação específica. Sugere-se, então, adaptar, ajustar e programar o conteúdo produzido pela assessoria de imprensa para o SEO, de modo que os objetivos se complementem;
– A assessoria de imprensa traz maior possibilidade de publicação nos meios online, o que é muito positivo para o LinkBuilding – publicações em portais de referência ajudam no ranking do Google. Em resumo, quanto mais sites apontando para o seu site melhor será. O SEO agradece! ;
– Geralmente, os conteúdos produzidos pela assessoria de imprensa são inéditos, o que também é positivo para o ranking do Google. Portanto, conteúdo de qualidade e exclusivo é sempre bem-vindo;
– A assessoria de imprensa possui diversas ferramentas de trabalho, sendo o texto uma das principais, por isso, é possível gerar conteúdos diversos, como: releases, artigos, notas, notícias, entrevistas ping-pong, etc. Mais uma vez a produção de conteúdo é intensa e o SEO precisa disso para funcionar;
– Uma notícia divulgada pela assessoria de imprensa pode repercutir por meses, dependendo do seu conteúdo. Por isso, quanto melhor for a qualidade do material, maiores são as chances de inserção na mídia;
– Compartilhar os conteúdos nas redes sociais também pode ser uma alternativa para ajudar na disseminação dos conteúdos;
– O SEO precisa de uma periodicidade intensa de conteúdos para funcionar, um ritmo que nem sempre vai de encontro ao da assessoria de imprensa. Por isso, é necessário ajustar as dinâmicas dos trabalhos, pois os objetivos são diferentes;
– O SEO não deve, jamais, ser feito apenas por meio do trabalho da assessoria de imprensa. Para ele funcionar é necessário investir em ferramentas específicas para isso, como: extensões, plugins, configurações e programações no portal da empresa, monitoramento de palavras-chaves, etc.

Assessoria de imprensa offline

Por fim, avaliar o papel da empresa no mercado off-line também é importante, uma vez que um atendimento ruim, por exemplo, pode refletir diretamente em todo o trabalho realizado em assessoria de imprensa e SEO. Estar posicionado em primeiro lugar no Google através do Reclame Aqui pode comprometer o trabalho, mas, sem dúvida, tornar as ações de assessoria de imprensa e SEO ainda mais essenciais para as empresas. Investir em marketing digital é um caminho sem volta.

AUTORA

Talita Scotto é diretora da Agência Contatto, especializada em assessoria de imprensa e conteúdo. Tem formação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul e pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Media Training para candidatos a presidência funciona?

Media training contribui com a performance dos candidatos em debates

A matéria no jornal O Tempo  fala sobre media training e especialistas fazem suas análises sobre os discursos dos candidatos no primeiro turno, e sua relação com a imprensa, problematizando o fato que não adianta treinamento se não houver verdade e consistência. Achei muito interessante e resolvi compartilhar com vocês que nos seguem. Trazendo para o mundo corporativo podemos dizer que o media training, pelo menos os feitos pela Press, são também o momento de discutir não  apenas o modo de falar, de dar entrevistas, mas a importância de se dizer a verdade. Não somos adeptos de engessar os porta-vozes a serem “bonecos” diante da mídia mas sim de leva-los a compreender como transmitir a sua mensagem ou da empresa da melhor forma. Vejam a matéria do O Tempo abaixo.

DISCURSO

Treino para falar com a imprensa
Candidatos passam por “curso” para aprender a dar entrevista e se postar melhor diante das câmeras

PUBLICADO EM 22/09/14

Candidatos passam por “curso” para aprender a dar entrevista e se postar melhor diante das câmeras

DENISE MOTTA

Debates, entrevistas e gravações de programas eleitorais fazem parte da rotina dos candidatos a cargos majoritários. Lidar com a imprensa e ter um discurso de impacto sobre o eleitorado não é tarefa fácil. Na tentativa de evitar erros, candidatos passam por uma maratona de treinamentos de mídia, conhecida como “media training”. Mas de nada vale o ensaio para o espetáculo da eleição se não existir uma mudança interna, destaca a especialista em media training Áurea Regina de Sá. “O discurso é o forte do treinamento. A comunicação precisa ser algo original”.

Aécio Neves, o melhor para os especialistas em media training

 

Mais dicas sobre Media Training

Enquanto Marina Silva (PSB) precisa inserir palavras mais simples no seu discurso e ser mais objetiva, Dilma Rousseff (PT) deve trabalhar melhor sua tensão, evidente em expressões faciais. Já Aécio Neves (PSDB) é bem-avaliado pela especialista, mas sua boa apresentação pode causar certo estranhamento.
“Marina precisa levar o discurso dela para o chão da fábrica. Ela precisa perceber o grau de escolaridade do brasileiro e levar uma mensagem que seja entendida corretamente”, pondera Áurea.

Autor do livro “Quem não comunica não lidera”, Reinaldo Passadori diz que “assertividade” é palavra mágica na comunicação em público. Ou seja, expressar-se de maneira clara, direta e honesta. Para ele, a candidata do PSB está bem assessorada nesse sentido. “Marina está se policiando mais, pensa mais antes de falar, fazendo pausas”, completa o consultor político Carlos Manhanelli.

Já a candidata petista à presidência precisa de mais leveza para quebrar o semblante fechado ao lidar com a mídia. A expressão facial dela acaba sendo associada a mau humor. “Falta a ela (a Dilma) objetividade e aprendizado do improviso”, analisa a especialista Áurea Regina de Sá. “A expressão de Dilma é muito clara, indicando que ela pode explodir a qualquer momento”, confirma Manhanelli.

A comunicação é encarada como elemento importante na política, mas não é garantia de votos. Em terceiro lugar nas pesquisas, o tucano Aécio teve escola com o discurso conciliador de seu avô, Tancredo Neves, desde quando era ainda jovem. “Por ser, digamos, bem nascido, ele (Aécio) pode causar algum tipo de aversão, mas o modelo de comunicação dele fez com que ele entendesse bem a questão da oratória”, afirma a especialista em media training.

Coordenador do curso de marketing político e eleitoral da UNA, Manoel de Oliveira ressalta que, em tempos de smartphones, o comportamento do candidato deve ser pensado a todo momento, não apenas diante das câmeras.

“Ele precisa ter cuidado com sua imagem em qualquer situação. Os candidatos à Presidência, especialmente, estão muito expostos”, analisa.

Ainda que trabalhem duro para melhoria dos discursos, há muito a ser feito, na avaliação de Manhanelli, pois tanto Aécio quanto Dilma e Marina estão muito “engessados”.

 

 

 

O Briefing é o início de uma parceria assertiva e duradoura

Comunicação digital e relações com a imprensa:  o sucesso começa com um bom briefing

Os diretores Robson Rajão e Cláudia Tanure ladeando Dr. Jorge Menezes Ceo da Esthetic Care

Os diretores Robson Rajão e Cláudia Tanure com Dr. Jorge Menezes Ceo da Esthetic Care

Muita gente acredita que o briefing é uma pratica, um instrumento só da publicidade, porém todo trabalho de comunicação corporativa, inclusive para a comunicação digital e assessoria de imprensa começa com um bom briefing.

Dito isso, acreditamos que nunca é demais relembrarmos o conceito. Ao pé da letra: Brief (eng) = Dossiê. O briefing é um conjunto de informações, uma coleta de dados passadas em uma reunião para o desenvolvimento de um trabalho, documento, sendo muito utilizadas em todos os campos  da comunicação como a Relações Públicas, Assessoria de imprensa, Design , Publicidade e agora na comunicação digital .

Portanto, quando a agência de comunicação corporativa conquista uma nova conta,  a primeira coisa que se faz é uma reunião de briefing; bom até aqui nada de novo!

Mas como deve ser este briefing ?

Bem, existem vários modelos e tudo vai depender do tipo de empresa, dos objetivos do cliente, das ferramentas que serão utilizadas, e da demanda apresentada, isso só para começar.

Tentando jogar luz a estas questões resolvemos contar um pouco da nossa reunião de briefing, que aconteceu hoje,  quando iniciamos o atendimento à Esthétic Care , uma conceituada clínica de Cirurgia Plástica, Estética e Laser que estás sob a coordenação do cirurgião plástico Dr. Jorge Menezes. “Utilizando métodos e equipamentos modernos e confiáveis, a Esthetic Care oferece cirurgias plásticas estéticas e reparadoras e tratamentos estéticos que maximizam os resultados na busca pela melhora do corpo e saúde.” explica o médico.

Nossa missão nesta nova conta é gerir a comunicação com a imprensa e nas redes socias. Assim, na reunião de briefing com um grupo de profissionais da Press , auscultamos as percepções, desejos  e experiências anteriores do cliente. Mais do que seguir um roteiro de perguntas,  o  importante é ouvir, ouvir com a cabeça e o coração abertos para compreender. No entanto, como em qualquer relação é ilusão pensar que em apenas um encontro conseguimos captar , traduzir e entender o outro.

Assim , saímos da Clinica Esthetic Care com a certeza de que temos um material muito bom, com diretrizes inspiradoras ,  mas  inicial,  que servirá para produzirmos um planejamento de ações de comunicação utilizando como instrumentos a assessoria de imprensa e comunicação digital de forma convergente.

Na próxima reunião de apresentação deste planejamento,  a partir da análise e contribuição do Dr Jorge e sua equipe passaremos por mais um exercício de entendimento das demandas do cliente.

Desta forma, acreditando que um briefing não se encerra em um único encontro,  daremos mais um passo na construção de uma relação proveitosa e mais assertiva entre a Press e seu novo cliente.

Alguns dados do Briefing inicial 

A Esthetic Care é uma conceituada clínica de Cirurgia Plástica, Estética e Laser que surgiu do compromisso de oferecer a homens e mulheres cuidados que envolvem a saúde, beleza e bem-estar. Sob a coordenação do cirurgião plástico Menezes, conta com uma equipe de profissionais altamente qualificados e competentes, que oferece a seus clientes atendimento de qualidade, conforto e tratamentos diferenciados.

Utilizando métodos e equipamentos modernos e confiáveis, a Esthetic Care oferece cirurgias plásticas estéticas e reparadoras e tratamentos estéticos que maximizam os resultados na busca pela melhora do corpo e saúde.
 

Dr. Jorge Antônio de Menezes – CRM – MG 19854

Formado em Medicina em 1984 no estado de São Paulo, é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Regional Minas Gerais (SBCP-MG) no biênio 2008/2009. Participou da Câmara Técnica de Cirurgia Plástica do Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais no período de setembro de 2007 a setembro de 2010. Exerceu os cargos de membro do Departamento de Eventos Científicos SBCP no biênio 2004-2005 e secretário da SBCP-MG no biênio 2006-2007. Ex-coordenador do Curso Teórico Integrado da regional mineira; foi fundador e coordenador do curso para preparo para a prova de especialistas desde o ano 2000, orientando todos os futuros especialistas. Tem formação também em perito judicial profissional pelo Instituto Brasileiro de Peritos Judiciais (IBEJ).

É regente do Centro de Formação e Treinamento em Cirurgia Plástica do Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte/MG, onde exerce Cirurgia Plástica restauradora em pacientes politraumatizados, grandes queimados, acidentados e sequelados. Membro do Conselho Fiscal da UNIMED-BH no período de março 2010 a março 2011 e do Conselho Social da UNIMED-BH (2008 a 2011).

Diretor Nacional do Departamento de Defesa Profissional (DEPRO) de julho/2011 a dezembro de 2012.

Membro da Associação de Ex-alunos do professor Ivo Pitanguy (AExPI), desde outubro de 2012.

Comunicação digital: conheça o perfil do profissional

Pesquisa traça o raio x de como deve ser o analista de social media responsável pela comunicação digital

comunicação digital

Pesquisa revela o perfil dos profissionais de comunicação digital

Falar de comunicação digital ainda é algo que rende muitos desdobramentos e divergências, pelo recente tempo em que o assunto está em uso nas agências, empresas e no dia a dia das pessoas. Já discutimos aqui temas como  porque as empresas devem investir; a busca pelo engajamento nas redes; e a importância de conhecer as suas potencialidades.  E agora,  dando sequência a exploração deste tema tão atual quanto relevante , achamos fundamental desvendar o perfil do profissional que está por trás da estratégia de gerir essas ferramentas indispensáveis para a comunicação contemporânea. Afinal, não é porque uma pessoa pessoa fica conectada o dia todo que gerir um perfil de uma empresa nas redes se torna tarefa fácil. Para isso compartilhamos com nossos leitores uma pesquisa publica sobre o assunto.

Na última semana, o site de empregos nas áreas de comunicação e tecnologia, trampos.co, juntamente com a Alma Beta, organizou uma pesquisa que traça o raio X dos profissionais de Mídias Sociais do Brasil, para entender como é o perfil desse profissional, o seu comportamento e como estão evoluindo na área. Foram 1.037 entrevistas com pessoas de todo o país.

Os dados que se destacaram foram:

6 em cada 10 profissionais são mulheres, com idade média de 26 anos;

55% moram em São Paulo e 5,1% em Minas Gerais;

na jornada de trabalho: 45% trabalham 40 horas semanais;

47% possuem ensino superior completo e 24,7% pós-graduação;

43,48% fizeram cursos específicos em mídias sociais e mercado digital;

26% trabalham em agência especializada em mídia social;

88,2% tem 4 anos ou menos de experiência.

A pesquisa ainda perguntou aos entrevistados sobre referências que eles têm no mercado e 38% citaram o case do Ponto Frio, que já mencionamos aqui.

Comportamento é importante na comunicação digital

Além das características de escolaridade, gênero, faixa etária etc., buscamos referências do comportamento e da personalidade desses profissionais. Com base no ebook “Primeiros passos para fazer campanhas nas mídias sociais”, da autora Danila Dourado, o Scup Ideas sugeriu uma lista com onze características que o mercado mais espera desse profissional de mídia social:

1 – Experiência: como a área é recente, ter experiência em comunicação digital pode ser um importante diferencial.

2 – Antenado: amar internet, novas tecnologias, ser ávido por conhecer novas plataformas, ter hábito de experimentar aplicativos, novos serviços e ferramentas é fundamental.

3 – Excelente redação: é imprescindível saber escrever bem e gostar disso. Conhecer bem as regras ortográficas e gramaticais e saber um segundo idioma é importante.

4 – Cultura 2.0: é importante conhecer regras próprias de conduta de cada mídia social.

5 – Trabalho em equipe: é indispensável trabalhar em equipe, compartilhar conhecimento e informações para otimizar as entregas e desenvolver melhor suas funções.

6 – Dominar as ferramentas: é preciso saber usar e explorar todas as potencialidades das ferramentas do mercado.

7 – Ser resolutivo: aquele que busca resolver os problemas e dar respostas rápidas.

8 – Personalidade moderadora: aquelas que procuram manter o clima cordial entre todos. Isso facilita o trabalho em equipe.

9 – Conversador: aquele que sabe escutar antes de falar. Sabe expressar com tranquilidade, tem empatia com o outro e pensa antes de falar no impacto do seu discurso.

10 – “Always on”: vive conectado. Desconectar-se totalmente é arriscado, pois usuários podem interagir com marca a qualquer dia e hora.

11 – Conhecimentos abrangentes: é importante que esse profissional tenha conhecimento nas áreas de marketing, publicidade e comunicação corporativa, para entender que a comunicação digital deve estar e consonância com os objetivos dos negócios e com a cultura da marca, fazendo com que haja um alinhamento com o plano de negócio da empresa e entendendo o comportamento do consumidor.

 

A Press Comunicação é uma agência de comunicação integrada, que possui profissionais com experiência e especialização em comunicação digital. Traga seu objetivo que nós lhe construiremos  a solução, seja no ambiente online ou no offline.

FONTE: Texto extraído do ebook “Primeiros passos para fazer campanhas nas mídias sociais”, escrito por Danila Dourado e editado pelo Scup Ideas.

Identidade , cultura, marca e reputação corporativa. Quem somos e como somos vistos?

Complementando a discussão sobre marca e reputação com a reflexão sobre a  influência da identidade e  cultura organizacional  

“Quem somos” e “como somos vistos”. Relendo o artigo da Ana Luisa de Castro Almeida que publicamos no site da Press sobre marca e reputação me lembrei de outro artigo intitulado “A construção de sentido sobre “quem somos” e “como somos vistos” que a autora ,então minha professora,  trouxe para discussão quando fazia o mestrado na PUC . Na verdade, ele vem complementar a reflexão sobre a marca e reputação acrescendo à questão, a identidade e cultura organizacional. Mostrando que esses elementos são convergentes, interdependentes e conformadores da construção de sentidos dos sujeitos que se relacionam com a empresa. Neste artigo a autora inicia por caracterizar o contexto organizacional a partir de uma nova ordem onde mundos diferentes coexistem, fragmentados e globais, reais e virtuais, considerando um “tempo de opções; de unicidade e pluralismo; de combinação de tradição e inovação; de deslocamento dos indivíduos em relação aos seus referenciais” para então defender que tanto os meios quanto as relações de produção econômica estão cada vez mais culturais no sentido de ser fonte de significação. Assim explica Ana Luisa Almeida: “A arena organizacional caracteriza-se como um movimento de continua reinterpretação da realidade e das relações, a partir de redes subjetivas criadas e recriadas por meio da troca de recursos e informações entre os membros da organização e da sociedade.” No entanto, este cenário serve de pano de fundo para a discussão principal: a identidade corporativa.

Identidade corporativa

Mas afinal qual o conceito de identidade organizacional? Para a autora é uma coleção de atributos vistos como específicos daquela organização que definem papeis, símbolos, políticas e regras. Em sintonia com esta definição, Albert e Whetten (1985), defendem que a identidade corporativa é a essência da organização, de acordo com a visão do publico interno e demais públicos com quem se relacionam. Acrescentando que, a identidade é o que diferencia uma organização da outra, que se constrói historicamente, e é “uma questão de auto-reflexão: quem somos enquanto organização”. Dessa forma, caminhando com a discussão, o artigo mostra o imbricamento da cultura organizacional como sendo a base para a construção da identidade num movimento de entrançamento , interdependência e mutua afetação. Com isso, a questão se apresenta mais complexa, pois além de se mostrar móvel, observamos que a identidade não pode ser definida por uma única perspectiva já que envolve múltiplos sujeitos e está exposta às mudanças sociais tão frequentes na modernidade.

Gerindo a identidade

Dentro deste cenário, o desafio para as organizações é grande e cabe a elas então gerenciar sua identidade tendo a consciência que é a partir daí, que se dá a construção de sua imagem e de sua reputação. Gerenciar implica na criação de estratégias comunicacionais para gerar uma conscientização sobre “quem somos” e “como queremos ser percebidos” junto aos seus públicos mantendo a vigilância sobre a coerência entre o discurso e a pratica .

Por Cláudia Tanure

Diretora Executiva da Press

Mestre em Comunicação

Bibliografia:

ALMEIDA, Ana Luisa. A construção de sentido sobre “quem somos” e “como somos vistos” Mestrado PUC 209.

ALMEIDA, Ana Luisa; CAETANO, Carine; BASTOS Fernanda. In: OLIVEIRA, Ivone; Lima Fábia (ORGs.). Propostas Conceituais para a comunicação no contexto organizacional. Rio de janeiro: Difusão,2012.

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Marca e reputação: discurso e prática caminham lado a lado

A comunicação é fundamental para implantar a cultura de sustentabilidade e depois para divulgá-la dentro e fora da empresa

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Para manter a credibilidade da marca e da reputação de uma empresa no mercado é fundamental ter coerência entre o discurso e prática

A  marca e a reputação,  assim como  a sustentabilidade devem ser um exercício efetivo e inerente à governança corporativa da organização. Para se tornar uma cultura na empresa é essencial que se inicie o trabalho pela comunicação interna e, só depois de consolidadas essas ações de responsabilidade socioambiental, devem ser divulgadas para seu público externo. A Comunicação em Sustentabilidade contribui para preservar a reputação da marca de sua empresa.

Um artigo de autoria da Ana Luisa Almeida, mestre em Comunicação pela UFRJ, doutora em Administração pela UFMG, professora da Fundação Dom Cabral e da PUC-Minas e Diretora Executiva do Reputation Institute, aborda exatamente como o discurso e a prática devem estar alinhados. E ainda observa,  pela perspectiva critica,  a pasteurização da publicização e do discurso empregado pelas empresas. Como se a sustentabilidade e os projetos que a materializam não estivessem relacionados à missão daquela empresa .Confira o conteúdo na íntegra.

Sustentabilidade e a jornada da reputação corporativa

Quando começamos a pensar nos desafios para a gestão da marca e em seus impactos para a reputação e para os negócios de uma organização, é impossível deixar de mencionar a professora Majken Shultz, da Copenhagen Business School e autora de um dos clássicos da literatura nessa área, Taking Brand Initiative (2008), em co-autoria com Mary Jo Hatch. Ela ensina que o maior desafio das empresas é conseguir colocar a marca por trás de todas as práticas existentes, o que significa utilizar todos os valores e os atributos que sustentam a marca para conferir à empresa credibilidade, justificando todas as decisões tomadas pela organização.

A coerência entre discurso e prática, portanto, é um ponto fundamental que volta sempre à pauta. Esse é um aspecto sobre o qual, em teoria, ninguém poderá discordar. No entanto, são frequentes os exemplos em que uma empresa negligencia a forma como dá visibilidade às suas promessas – traduzidas em mensagens das mais diversas naturezas, que nem sempre podem ser comprovadas na realidade. Podemos dar um exemplo: a exigência social para que as empresas se declarem sustentáveis tem provocado hoje uma abordagem muito parecida pelas organizações e, em muitos casos, a maneira adotada por uma empresa para se manifestar sobre sustentabilidade é rigorosamente igual a de outra, mesmo que em setores bastante diferentes. Basta fazer uma pesquisa rápida em sites de empresas de diversas áreas de atuação – do setor financeiro ao de cosméticos, passando pela indústria automobilística ou o varejo: todos os portais têm uma aba sobre sustentabilidade que explora praticamente os mesmos temas, e da mesma forma. O esperado é que as empresa baseassem suas “abas” sobre o tema em reflexões internas, em valores e crenças comungados pelos dirigentes e que, de preferência, todas as palavras se comprovassem por meio de projetos e programas reais. As promessas das empresas, nesses casos, não têm contribuição relevante para a construção de sua marca, não colaboram sequer para reforçar uma imagem positiva, não são capazes de se transformar em pontos de prova para explicar a sua reputação.

Marca – Há aqui um aprendizado importante:

Algumas características e competências são cruciais para que uma empresa faça uma boa gestão da sua marca e, consistentemente, possa garantir a diferenciação e os comportamentos necessários para ter uma boa reputação. A primeira delas é, sem dúvida, saber “quem é” a empresa, mantendo o foco na ideia central por trás de todas as ações e em toda a comunicação. Um outro aspecto é a capacidade de “ouvir” os públicos, pois as expectativas e as opiniões expressas são a fonte principal de informação para a orientação estratégica. Sem abrir mão da essência, mas sendo permeável às mudanças de mercado e da sociedade, uma empresa têm uma base bastante sólida para enfrentar todos os demais desafios e particularidades dos negócios.

A Jornada da Reputação é longa e inclui uma série de passos planejados desde a criação de processos estruturados de diagnóstico sobre diversos stakeholders até a total integração do tema à estratégia de longo prazo de uma organização, mas sem dúvida os melhores cases de boa gestão de marca e reputação corporativas mostram que a melhor receita é a coerência e a consistência. Nesse mundo novo, da Reputation Economy, em que todas as vozes se levantam e em que as empresas estão expostas ao máximo, é preciso que cada organização diga a que veio, mas sempre assumindo responsabilidade e sendo capaz de garantir a verdade por trás das suas próprias palavras.

Ana Luisa Almeida é mestre em Comunicação pela UFRJ, doutora em Administração pela UFMG, professora da PUC-Minas e da Fundação Dom Cabral e Diretora Executiva do Reputation Institute Brasil.

 

 

Marketing esportivo é a bola da vez – invista nessa ideia

Projeto “Clubes Unidos pelo Planeta” é um exemplo de sucesso

marketing

Marketing esportivo: projeto Clubes Unidos pelo Planeta envolve times mineiros

No país do futebol, nada mais assertivo do que vincular a imagem de um projeto ou uma marca com essa competição e os times que a tornam tão vibrante. Por meio do chamado marketing esportivo é possível utilizar o esporte para divulgar seus produtos e serviços, sendo ou não relacionados a esse tipo de atividade.

Empresas costumam aproveitar-se da boa imagem de atletas ou equipes esportivas junto à opinião pública, gerando resultados extremamente positivos para suas imagens. Segundo o autor Antônio Afif, em seu livro “A bola da vez – o marketing esportivo como estratégia de sucesso”, o marketing esportivo é uma boa alternativa, pois atinge o público (consumidor) em seu momento de lazer, quando está aberto à mensagem da empresa e seus produtos.

Se a divulgação for para uma boa causa, o marketing é bom para os dois lados, tanto para a empresa, quanto para o jogador ou o time. Um exemplo é o projeto “Clube Unidos pelo Planeta”, da Revista Ecológico. Para Hiram Firmino, jornalista e ambientalista, editor da Revista Ecológico, coordenador e idealizador do projeto “Clubes Unidos pelo Planeta”, “o futebol tem um poder imensurável de agregar valor às causas que comovem a humanidade, como, principalmente, a de preservar a natureza – as florestas, o ar, os animais e as águas ainda despoluídas que restam no planeta e nos dão vida e sustento. Essa parceria com os times mineiros e suas respectivas torcidas vem fortalecer e promover ainda mais a conscientização ecológica da população para conservar os recursos naturais. Esse é o objetivo maior da campanha de educação ambiental “Clubes Unidos pelo Planeta”, abraçada de maneira parceira e apartidária pelas diretorias do América, do Atlético e do Cruzeiro. E igualmente seguida pelos seus jogadores”.

Hiram completa: “O exemplo ecológico e o gesto de solidariedade de um único jogador nessa causa, diante de sua torcida, pode não só intensificar ações sustentáveis, como a separação correta de resíduos, a reciclagem do lixo e a economia de água e de energia, como também significar a salvação da própria espécie humana sob a Terra. É de recados assim, como os que são repassados também nas campanhas contra o racismo e a violência, que a Terra precisa, para nos manter vivos sobre ela: união, educação e ações ambientais.” Confira como foi a ação de marketing.

Ação de marketing: América dá início ao projeto “Clubes Unidos pelo Planeta”

No último sábado, dia 13, durante a abertura do jogo América x Boa Esporte, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, foi realizado o lançamento do projeto “Clubes Unidos pelo Planeta”.  Em parceria com a Revista Ecológico, a iniciativa, também apoiada pelo Atlético e pelo Cruzeiro, visa sensibilizar os jogadores e as torcidas organizadas dos principais times mineiros a abraçarem e divulgarem a questão ambiental.

O jogador escolhido pelo Coelho para representar o seu plantel e se comunicar com a torcida sobre a causa da preservação de todas as formas de vida sobre a Terra é o baiano Obina. Nascido em Vera Cruz, na Ilha de Itaparica, um paraíso ecológico igualmente ameaçado pela degradação ambiental, Obina tem uma história bonita e resiliente de vida para contar, pois cresceu em meio à natureza baiana.

Sob o lema “Eu visto esta camisa. Sou América. Sou Ecológico”, toda a sua torcida terá acesso gratuito aos conteúdos de educação ambiental produzido pela publicação mineira.  A exemplo do projeto “Ecológico nas Escolas”, já adotado em todas as escolas públicas de Minas, em sua versão agora esportiva, bastará todo e qualquer torcedor mineiro acessar a expressão “Sou Ecológico”, na web, para saber como anda a situação ambiental à sua volta. E o que ele pode fazer, como cidadão conscientizado, pela preservação da natureza e a melhoria da sua qualidade de vida.

O segundo time mineiro, já com data marcada para abraçar o projeto “Clubes Unidos pelo Planeta” será o Cruzeiro, no próximo dia 21 de setembro, “Dia da Árvore”, no jogo contra o Galo, no Mineirão. Para quem não se lembra, foi graças à união dos times mineiros, nos governos Hélio Garcia e Sérgio Ferrara, que suas respectivas torcidas, quando perdiam os jogos, deixaram de quebrar até 78% das árvores que a Prefeitura de Belo Horizonte plantava sistematicamente ao longo das avenidas Catalão e Antônio Carlos.

 

Fonte:

AFIF, Antônio. A Bola da Vez – o marketing esportivo como estratégia de sucesso. São Paulo: Editora Infinito, 2000.

Evento contribui para fidelizar clientes

Clientes da Press apostam nessa estratégia e dois eventos agitam a cidade em setembro

O espetáculo A Zeropéia faz parte da programação do Mês do Cliente do ItaúPower Shopping

O espetáculo A Zeropéia faz parte da programação do Mês do Cliente do ItaúPower Shopping

A promoção de evento cultural contribui para estreitar o relacionamento entre a empresa e os seus clientes. Além disso, facilita o trabalho da assessoria de imprensa junto à mídia. Ações bem planejadas de Marketing Cultural ajudam a propiciar a visibilidade e os valores esperados por uma empresa, como respeito, credibilidade, modernidade, competência e responsabilidade social.

De acordo com Melo Neto (1999) para os consumidores que frequentam evento, associar a experiência ao patrocinador é inevitável, tornando a marca mais forte. O evento contribui não só para a fidelização dos antigos clientes, mas para a expansão e a conquista de novos mercados. Promover um evento é investir na mudança da atitude dos consumidores em relação à marca.

Dois clientes da Press apostam nessa estratégia e promovem eventos culturais neste mês. Neste final de semana, a Natura realiza, no dia 14, o Festival Natura Musical. Já o ItaúPower Shopping, aposta em um mês inteiro de programação especial, em comemoração ao mês do cliente, em razão da data comemorada dia 15 de setembro. Veja mais informações do evento abaixo.

Fim de semana agitado no ItaúPower Shopping

O ItaúPower Shopping continua animado com a programação cultural gratuita para comemorar o Mês do Cliente. De quinta a terça-feira o shopping vai receber o Mágico Renner e Kaquinho Big Dog, o stand up de Glauber Cunha e Vó Placidina, a noite de autógrafos com apresentadora Fernanda Keulla e o teatro infantil Pinóquio. Na segunda-feira, 15 e setembro, em que é comemorado o mês do Dia do Cliente, o shopping vai receber a participação especial do comediante Sérgio Mallandro, às 20h. No mesmo dia, a hora do almoça terá a música na praça com o saxofonista Medina. A terça-feira, 16, será a vez da dupla Caju e Totonho animar o público.

Com o tema “Nossa estrela principal é você”, a programação do Mês do Cliente será realizada até 28 de setembro. Toda a programação do evento é gratuita e será realizada na praça de alimentação.

“Este ano, estamos privilegiando novamente o carinho pelo cliente, evidenciando que ele é a estrela maior do ItaúPower Shopping. E as atrações representam homenagens feitas pelo shopping para agradar e agradecer cada um por ser um cliente ItaúPower”, afirma Renata Guimarães, gerente de marketing do mall.

O ItaúPower Shopping está situado no ponto de convergência das principais vias de ligação da grande Belo Horizonte – a Via Expressa, avenida Amazonas e o Anel Rodoviário –  e está a 15 minutos de Belo Horizonte.

Programação do evento

11/09/2014 – Quinta-feira

20h – Stand Up Glauber Cunha e Vó Placidina

12/09/2014 – Sexta-feira

Noite de autógrafos com apresentadora Fernanda Keulla
De 18h às 21h

13/09/2014 – Sábado

16h – Teatro Infantil Pinóquio

20h – Stand Up Mágico Renner e Kaquinho Big Dog

14/09/2014 – Domingo

16h – Teatro Infantil Pinóquio

15/09/2014 – Segunda-feira (Dia do Cliente)

12h às14h – Música na praça saxofonista Medina

20h – Participação especial do Sérgio Mallandro

16/09/14 – Terça-feira

20h – Stand Up Caju E Totonho

19/09/2014 – Sexta-feira

20h – Stand Up Nayla Brizard e Christiano Junqueira

20/09/2014 – Sábado

16h – Teatro Infantil Vamos Brincar de Brincar

20h – Stand Up Mágico Renner e Paloma Santos

21/09/2014 – Domingo

16h – Teatro Infantil Vamos Brincar de Brincar

26/09/2014 – Sexta-feira

20h – Stand Up Christiano Junqueira e Glauber Cunha

27/09/2014 – Sábado

16h – Teatro Infantil A Zeropeia

20h – Stand Up Mário Alaska e Rafael Mazzi

28/09/2014 – Domingo

16h –  Teatro InfantilA Zeropeia

 

Serviço:

Mês do Cliente no ItaúPower Shopping
Até 28 de setembro

Programação: Sextas e sábados – Stand up – às 20h

Sábados e domingos – teatro infantil – às 16h

Local: Praça de alimentação

Entrada gratuita

 

Endereço: Avenida General David Sarnoff, 5.160 – Cidade Industrial – Contagem

Informações: (31) 3329.3006

Redes Sociais:

Facebook/ItaúPower Shopping
Twitter/ @itau_power

 

Fonte:

MELO NETO, Francisco Paulo de. Marketing de eventos. 2 ed. Rio de Janeiro: Sprint, 1999.

Comunicar a sustentabilidade é ser agente de mudança

Manabi apoia Projeto Rede Norte Capixaba, que levará capacitação a 50 pescadores de Linhares. Divulgação é essencial para a comunidade

Sustentabilidade

Ações de sustentabilidade: Manabi apoia cursos para pescadores de Linhares

“A sustentabilidade, entendida no ambiente corporativo como fator estratégico para a sobrevivência dos negócios, é bem mais que um princípio de gestão ou uma nova onda de conceitos abstratos. Representa um conjunto de valores e práticas que deve ser incorporado ao posicionamento estratégico das empresas para definir posturas, permear relações e orientar escolhas. Só depois se espera que esteja presente nos discursos proferidos pelos porta-vozes”. O trecho foi retirado da abertura do primeiro capítulo do Guia de Comunicação e Sustentabilidade, do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), e reforça a importância de se adotar a sustentabilidade na gestão da empresa.

Ainda segundo o guia, “informando corretamente suas ações, atitudes e posturas em busca da sustentabilidade, as empresas podem ser agentes de mudança local, regional e até planetária, sem falar nos milhares de transformações individuais que elas podem provocar, dependendo se seu porte, setor e consequente poder de influência”.

E essa comunicação deve ser feita por meio de um diálogo aberto e transparente com a comunidade, entre outros stakeholders, adaptando os meios e mensagens. Cliente da Press, a Manabi, empresa brasileira de mineração e logística, se preocupa em manter esse relacionamento com as comunidades das cidades onde a empresa atua. Por meio de ações, treinamentos, eventos e informações, a Manabi promove iniciativas de responsabilidade socioambiental com a população. No último mês, a empresa realizou uma doação de livros em Morro do Pilar. Confira, agora, sobre o Projeto Rede Norte Capixaba.

Projeto Rede Norte Capixaba é apresentado a pescadores de Linhares

As atividades do Projeto Rede Norte Capixaba tiveram início em setembro, nos dias 2, 3 e 4, com a mobilização e apresentação às associações de pesca de Povoação, Regência e Pontal do Ipiranga. O projeto piloto atenderá até 50 pescadores nos cursos de “Manutenção de Embarcação” e “Máquinas e Motores”. Tem o apoio da Manabi e será desenvolvido pela Agência Nacional de Desenvolvimento Econômico Social e Defesa Ambiental (Andesa), em parceria com o Governo do Estado e a Prefeitura de Linhares.

O presidente da Colônia de Pescadores Z06 Caboclo Bernardo, Janilson Ribeiro, participou do encontro em Povoação e comentou que está satisfeito com a iniciativa da Manabi. “A empresa está de parabéns por, antes mesmo do licenciamento, se mostrar preocupada com a pesca. Esses cursos vão trazer para os pescadores algo que precisam saber há muito tempo, que é fazer a manutenção do próprio motor e da embarcação”, frisou.

Pescador há nove anos, Merivaldo Ribeiro da Conceição, de Pontal do Ipiranga, disse que já passou por muita dificuldade por não saber consertar o motor. “Já passei muito aperto em alto mar e tive até que chamar um amigo para buscar a gente, porque deu problema no motor e não sabia resolver e, muitas vezes, era algo simples. Quero aprender também para não ter que pagar pelo serviço que é caro”, explicou.

O presidente da Associação de Pescadores de Regência (Asper), Leônidas Carlos, disse que os pescadores de Regência estão animados com a novidade. “Aprendendo a mexer com motor, não vamos mais precisar pagar pelo serviço que é feito em Linhares ou, dependendo o caso, só em Colatina. O curso de carpintaria será ótimo também, pois, às vezes, até pagando a gente não acha um carpinteiro”, relatou.

Dulcinéia Silva, pescadora do Pontal do Ipiranga, não tem dúvida do curso que deseja fazer. “O meu marido e meu sogro constroem barcos, por isso quero aprender sobre manutenção de embarcações para ajudar a fazer o próximo que já está planejado.”

O Projeto Rede Norte Capixaba visa a capacitação e certificação dos beneficiários, ofertando além de alternativas de renda, a melhoria do processo logístico relacionado à manutenção e operação do maquinário de pesca, estimulando o desenvolvimento e o fortalecimento do setor nas associações.

Seleção

De acordo com a coordenadora de Socioeconomia da Manabi, Jacqueline Abreu, os pescadores que vão participar dos cursos devem ser selecionados pela associação. Na sequência acontecerá o lançamento do Projeto Rede Norte Capixaba e o início das aulas, previstas para o final de setembro.

A coordenadora reforçou o objetivo da capacitação. “Os cursos de formação foi uma demanda identificada pelos pescadores durante as oficinas. A Manabi entende que a qualificação profissional é importante para a cadeia produtiva da pesca, por isso, ofertará esses cursos”, destacou, informando que todo o material, assim como o transporte e o lanche serão disponibilizados aos selecionados.

Comunicação em sustentabilidade

A Press tem vasta experiência em trabalhos voltados à sustentabilidade. A agência trabalha com consultoria, planejamento, diagnóstico, produção de campanhas internas, externas, veículos de comunicação para propiciar o desenvolvimento do diálogo com comunidades e demais stakeholders engajados com a sustentabilidade.

Fonte:

Guia de Comunicação e Sustentabilidade – Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS)

 

Press 20 anos na e para a comunicação organizacional: uma trajetória de mudanças

Com uma cultura organizacional marcada pela flexibilidade e adaptabilidade, a Press atravessa anos se mantendo sempre atual.

Press

As mudanças que a Press e a comunicação passaram ao longo de 20 anos

O contexto social contemporâneo, marcado principalmente pela globalização e pelas novas tecnologias, modificou tanto as organizações, como a Press, quanto os públicos. As empresas passaram a ocupar novo ethos, sendo colocadas em um lugar nunca antes ocupado, a ponto de Drucker (1999) afirmar que a sociedade transformou-se em uma sociedade de organizações. O autor acrescenta que quase todas as tarefas necessárias ao funcionamento da sociedade, atualmente, são feitas por organizações empresariais, governamentais ou do terceiro setor, estando essas cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas. Já seus interlocutores também foram transformados e ampliados. São consumidores, organizações não governamentais, comunidades, funcionários, imprensa, políticos, que passaram a exigir mais, cobrar mais os seus direitos.

Esse estado de coisas impulsionou o surgimento de uma comunicação organizacional que, segundo Torquato (2009), pela fresta do “jornalismo empresarial”, em torno dos anos de 1960.  O “jornalzinho” dos funcionários foi, então, o embrião do que viria a ser a comunicação organizacional que temos hoje, da qual fazemos parte e modestamente contribuímos para crescer.

Um importante marco foi o surgimento da então Associação Brasileira de Editores de Revistas e jornais de Empresas – Aberje, instituição que ainda hoje é um ícone referencial do segmento da comunicação organizacional. A partir daí se inicia um longo e frutífero percurso tanto pratico quanto teórico deste campo ou subcampo da comunicação social. O próprio Gaudêncio Torquato em 1973 defende sua tese de doutorado sobre o tema jornalismo empresarial, comunicação empresarial. Dos anos 1980 em diante, além do House Organ, e em função das pressões externas de consumidores e imprensa, surge a função do assessor de imprensa, que efetivamente se integra ao mix de comunicação empresarial junto com ao marketing e a publicidade.

Press Release Comunicação Empresarial

Dentro desse contexto, nasce a Press Release Comunicação Empresarial, em 1994, com o objetivo de atender as empresas, especificamente em assessoria de imprensa. Nesta década, o país vivia um período econômico de estabilidade e a chegada da internet foi a propulsora de grandes transformações. Para se ter uma ideia, entregávamos releases impressos de redação em redação, via motoboy e, entre outros Estados, mandávamos por fax ou por correio.

O e-mail mudou esse procedimento, agilizando o processo e inaugurando uma nova maneira de relacionamento com a imprensa. Seguindo o raciocínio histórico, até os anos 2000 tanto a agência, como a comunicação empresarial, de forma generalizada, experimentaram uma grande expansão.

Na esteira dessas inovações tecnológicas vieram novas demandas por comunicação empresarial, a partir também das mudanças sociais.  A questão da tecnologia da informação foi e é tão definidora nas novidades ocasionadas na sociedade contemporânea que ela passou a ser caracterizada por seus métodos de acessar, processar e distribuir informações. Esse acesso às informações, pela combinação de diversos dispositivos como satélites, televisão, telefones celulares, computadores e internet, produziu o aumento da conexão entre as pessoas e as organizações, quebrando barreiras como a distância e a língua, e diminuindo fronteiras geográficas, sociais e humanas.

Surgem assim, novos públicos cada vez mais exigentes em relação às organizações, como comunidades vizinhas, ONGs, consumidores, funcionários, grupos de pressão, órgãos reguladores e fiscalizadores, entre outros.

Press Release muda para Press Comunicação

Dessa forma, a Press se viu impelida a oferecer outros serviços ás empresas, dentro ainda do “guarda chuva” da comunicação externa e interna. Por meio da elaboração de produções editoriais como revistas, jornais, relatórios, books etc; publicidade institucional; e design gráfico. Para dar conta dessa nova realidade a agência promoveu várias mudanças, inclusive no próprio nome. Passamos a adotar apenas o Press Comunicação, pois precisávamos ter explicito na marca este novo conceito de abrangência.

Em uma perspectiva mais estratégica, antecipando uma tendência que viria se firmar no nosso segmento de atuação, passamos a oferecer serviços de planejamento estratégico, análise, diagnóstico, pesquisa etc. Adotamos na assessoria de imprensa, o conceito evolutivo de Relacionamento com Imprensa, marcando os contornos mais estratégicos do serviço, conforme discutimos no artigo Assessoria de Imprensa ou Relações com a Imprensa.

Porém, nos anos seguintes, observamos um novo boom de desenvolvimento e uso da internet, caracterizado, principalmente, com o surgimento das redes sociais, hoje capitaneadas pelo Facebook, Twitter e Linkedin. Lembro-me de ouvir o Roberto Civita, então presidente do Grupo Abril, em um Congresso de Comunicação em São Paulo, preconizar a era digital, dando ênfase ao e-book como um “substituto” das publicações em papel. Mesmo antes do tempo previsto por ele, naquele momento, já percebemos a comunicação digital em toda a sua extensão como uma realidade posta e desafiadora.

Press 20 anos

Estamos completando 20 anos, em 2014. A Press institui seu núcleo de Comunicação digital como resposta a esse cenário social, fazendo a gestão de sites, redes sociais, utilizando técnicas do SEO, usando e destrinchando o Google Analitcs – ferramenta de analise e métricas, postando conteúdos entre outros. Estamos convictos que isso ainda é só o começo, pois a comunicação digital, certamente, trará ainda muitas novidades e espaços para uma nova plataforma de comunicação que nos faz e fará repensar todos os nossos conceitos e estratégias.

Press no futuro

Nesses vinte anos até hoje, podemos dizer que tudo mudou e muda cada vez mais e com maior velocidade. Todas essas características citadas não só permanecem como são potencializadas. A comunicação e as informações circulam em quantidade e velocidade estratosféricas, o consumismo se exacerba, dando novos contornos e poderes ao consumidor e aos diversos públicos das empresas.

As organizações, nessa sociedade de mercado, passam a ter cada vez mais espaço e importância na vida da sociedade e, com isso, novas responsabilidades, novos papéis, mais poderes. Confirmando nossa percepção, Lipovetsky, um pensador contemporâneo, dispara “no momento em que triunfam a tecnologia genética, a globalização liberal e os direitos humanos, o rótulo pós-moderno já ganhou rugas, tendo esgotado sua capacidade de exprimir o mundo que se anuncia”. No seu lugar, estaria então a “hipermodernidade”, profetizada por ele como o mundo do superlativo, onde tudo é excessivo e muda o tempo todo, onde a novidade tornou-se exigência permanente (LIPOVETSKY, 2004, p. 52, grifo nosso).

E a Press, caracterizada por uma cultura organizacional aberta a criatividade, as inovações, horizontalizada, permitindo a interação de todos os colaboradores, se mostra apta a enfrentar este estado de coisas que se mostram desafiadores, mas também motivadores para nos lançarmos aos próximos 20 anos.

 

Por Cláudia Tanure

Diretora Executiva da Press

Mestre em Comunicação

 

Bibliografia

DRUCKER, Peter. Sociedade pós-capitalista. São Paulo: Pioneira, 1999.

LIPOVETSKY, Gilles. Os tempos hipermodernos. São Paulo: Barcarolla, 2004.

TORQUATO Gaudêncio. Da Genese do jornalismo empresarial e das relações públicas à comunicação organizacional no Brasil. In: KUNSCH, Margarida Maria Krolhling et al. (Org.). Comunicação organizacional: Histórico, fundamentos e processos. v.1. São Paulo: Saraiva 2009.