Métricas e otimização no Marketing Digital: foco em resultados

No marketing digital, saber analisar as métricas que realmente importam é uma das chaves para o sucesso da sua estratégia

ROI

Na hora de analisar o retorno sobre o investimento, o famoso ROI, você deve levar em conta fatores relevantes para da sua estratégia de marketing digital, número de leads e conversão de vendas, de acordo com o número de visitantes atraídos. Porém, muitos ainda estão presos às chamadas métricas da vaidade. Mas, quanto isso contribui para melhorias na sua estratégia digital?

Número de curtidas no Facebook, retweets, pageviews etc. são métrica que devem ser incluídas no relatório mensal, porém não são as mais importantes para analisar o quão efetiva é a sua estratégia. Elas não mostram como a estratégia converteu em negócios reais para a empresa. Com elas a empresa não consegue mensurar o aumento de vendas nem otimizar sua estratégia de marketing digital.

Funil de vendas: base do marketing digital

O funil de vendas é o mais importante item de análise de métricas do marketing digital. O modelo mais usado é “visitantes-leads-conversão”. Analisar as taxas de cada etapa te ajudará a entender se a sua estratégia inicial está funcionando ou onde ela pode ser melhorada.

Como funciona o funil de vendas

Como funciona o funil de vendas

Métricas e otimização

As campanhas de marketing digital usam diferentes ferramentas de atração e nutrição para converter suas vendas. Sendo assim, você deve analisar cada uma dessas ferramentas de forma específica, respeitando a particularidade de seus visitantes.

Por exemplo: os leads atraídos por campanhas do Google são diferentes daqueles atraídos pelo Facebook. E ainda temos os leads do mailing, que já está na fase de nutrição. Então, a análise dos resultados de conversão de cada um deles é específica.

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Comunicação interna multidirecional garante envolvimento do colaborador

colaboradores engajados por meio da comunicação interna

Quer engajar seus colaboradores? Promova uma comunicação interna multidirecional

Ouvir e ser ouvido. Sejam na comunicação formal ou informal, essas duas ações precisam ser complementares e coexistentes para que a comunicação flua de forma adequada. Numa organização, onde pessoas com culturas diferentes convivem, diariamente, é preciso levar ambos à risca para tornar o engajamento maior, contribuindo, consequentemente, para uma comunicação mais eficiente. É por isso que, nesse sentido, os profissionais de comunicação interna têm um grande desafio: criar os canais de comunicação mais adequados que assegurem tanto a voz da organização quanto a voz dos colaboradores que nela trabalham.

Essa estratégia de comunicação multidirecional é muito positiva. É boa para os colaboradores, pois eles se sentem pertencendo de fato àquela organização, já que são ouvidos. E é interessante para a organização, que contará com uma equipe mais entrosada, interessada e participativa.

Existe várias maneiras de fazer isso acontecer. Neste contexto, a criatividade faz toda a diferença. Confira, a seguir, alguns exemplos de iniciativas que podem ser adotadas na sua empresa.

Pesquisas e enquetes:

Para conhecer a fundo os colaboradores é preciso pesquisar. Saber o que os colaboradores pensam, o que desejam da empresa e da comunicação, ou sobre os canais de comunicação disponíveis pela empresa, os eventos e demais iniciativas promovidas internamente é o caminho do aprofundamento e da assertividade.

Quais são canais mais lidos e os menos lidos? Quais os temas que os colaboradores têm mais interesse de ler e o que gera maior repercussão? Existem maneiras simples de conseguir essas informações, como inserir um formulário de perguntas nos veículos impressos, para serem respondidos e entregues à área de comunicação (usual não é?).

Ou fazer uma enquete instantânea no restaurante da empresa, na intranet, por e-mail ou por telefone, com objetivo de mensurar o quanto as pessoas reiteram da informação que foi divulgada em alguma campanha ou evento. Quer mais? Crie um grupo de discussão com representantes das diversas áreas da empresa que representam seus colegas. Utilize esse grupo para avaliar iniciativas pontuais ou sempre que for necessário.

O fundamental é a escuta!

Campanhas de comunicação interna:

Ninguém mais tem dúvidas de sua importância, certo? Tanto que em temas tão relevantes como saúde e segurança, a realização de campanhas periódicas impactam diretamente as estatísticas internas.

Porém, ao planejar as campanhas sobre esses temas é fundamental definir bem o objetivo, que deve ir além de querer apenas relembrar o tema, mas motivar os colaboradores a ponto de deixá-los engajados. Ouvi-los e entende-los para falar de igual para igual, levando em consideração o que lhes realmente importa, o que faz sentido para eles.

Quer um exemplo de como isso acontece?

O que significa para o colaborador falar que sua segurança e integridade física são importantes? Para ele pode ser simplesmente chegar em casa bem. Se você o conhece e sabe que é isso que faz sentido para ele, que tal fazer uma campanha com a participação dos familiares para garantir que ele voltará para casa bem? As ideias não se limitam só a essa. A comunicação interna pode e deve compreender cada vez mais o universo da empresa e dos colaboradores e criar, a partir destes cenários, formas de interação e envolvimento.

Concursos/premiações:

Assim como as campanhas internas, a realização de concursos/ premiações é uma boa oportunidade para as empresas estimularem os seus colaboradores. Ate aí nada de novo! Mas, você já pensou, por exemplo, em inovar a homenagem aos colaboradores com mais tempo de casa?

Que tal, em vez de entregar relógios ou placas de homenagens você inovar e introduzir experiências como forma de premiação?

Nos últimos anos, o que se vem percebendo é que as experiências são mais marcantes e inesquecíveis para quem as vive do que prêmios materiais. Presentear o colaborador com uma viagem com tudo pago, para ele e um acompanhante, será algo que ele recordará com orgulho e contará como foi a sua experiência para muitas pessoas. Seguramente, ele terá brilho nos olhos e orgulho de contar para familiares, amigos e colegas que a sua empresa lhe proporcionou aquela alegria.

Veículos internos:

Use e abuse dos colaboradores como personagens principais nos veículos de comunicação da empresa. Se o conteúdo é feito para eles, nada mais coerente do que retratá-los ali. Envolver a família também é uma boa alternativa para chamar a atenção do colaborador. Afinal, quem não se sente orgulhoso em ver a sua família estampada num informativo interno? Por isso, sempre que possível e quando o tema permitir, é interessante envolvê-la também seja em matérias ou seja em campanhas.

Planilha sobre eventos

Terceirização de marketing digital: o que observar na hora de contratar o serviço

Contratação de marketing digital

Que o marketing digital é uma prática cada vez mais essencial para o sucesso de qualquer negócio, todos nós já sabemos, e a internet é o meio de comunicação mais democrático que existe: basta ter um computador conectado para acessar ferramentas, softwares e sites e começar a fazer suas próprias campanhas.

#SóQueNão

Pare para pensar no que você faria para a comunicação online da sua empresa em uma semana:

Redes sociais
Email marketing
Anúncios patrocinados
Blog
Conteúdo para download
Landing pages

Parece simples não? Mas se aprofundarmos um pouco nesses tópicos, as dúvidas começam a surgir. Quais redes sociais? Em quais horários? Sobre quase assuntos postar? Enviar e-mail marketing para quem? Com que ferramenta? Como saber se meus emails foram abertos? Quanto investir em links patrocinados? Escrever sobre o que no blog? Que tipo de material disponibilizar para download? Como configurar uma landing page?

A partir desse universo de dúvidas, é comum que profissionais tomem uma decisão errada: fazer “só o básico”. As dificuldades que surgem no caminho acabam fazendo com que muitas empresas optem por apenas postar conteúdo em redes sociais, ou por mandar alguns emails esporádicos para clientes, ou ainda por postar conteúdos irrelevantes em seu blog.

Depois de algum tempo, mesmo que um marketing digital incompleto gere engajamento nas redes, os responsáveis por ele vão perceber que não há geração de resultados reais. De que adianta ter uma página com uma grande base de fãs no Facebook se nenhum deles compra seus produtos ou contrata seus serviços? Ou, no que será válido para a empresa enviar emails para uma lista enorme e não saber quantas pessoas o leram?

O primeiro passo então, na hora de pensar em marketing digital, é optar pelo “pacote completo”

Tenha em mente que o público-alvo que está presente na internet deve se transformar em clientela a partir desse novo marketing e, para, isso, todos os pontos de uma campanha devem ser planejados, alinhados e analisados.

A partir disso, ainda é possível escolher entre duas alternativas: estudar sobre assunto para trabalhar com marketing digital internamente ou estudar sobre o assunto para contratar uma empresa que preste esse serviço.

O que configura o segundo passo do processo: estudar o marketing digital

Mesmo que você decida contratar uma empresa para cuidar do marketing digital do seu negócio, estude sobre o assunto para saber o que pedir e para conferir se tudo está sendo realizado da maneira correta. Existe muito material disponível na web sobre o assunto para auxiliar desde os profissionais que querem se especializar, até os que buscam informações básicas.

Para dar início ao projeto internamente dois pontos fundamentais devem ser analisados:

Tempo: serão necessárias algumas horas diárias para introduzir o marketing digital ao seu negócio.
Ferramentas: é quase impossível trabalhar com comunicação online sem a contratação de ferramentas e softwares, principalmente para campanhas de emails e para análise de dados.

E se a ideia for contratar uma empresa para a realização do serviço, também é bom observar alguns detalhes:

Personalização: a empresa deve entender seu negócio e seus objetivos a fundo; em alguns casos, profissionais de marketing digital chegam a passar alguns dias realizando o trabalho de dentro da empresa do cliente, afim de conhecerem bem o empreendimento. Se a empresa que você contratar tentar oferecer serviços genéricos, saiba que não é um bom negócio.

Profissionais: é comum que empresas aloquem funcionários especializados em comunicação offline para trabalharem com comunicação online, desconsiderando as diferenças das plataformas. Lembre-se que o marketing online demanda até mesmo conhecimentos em matemática e analise o currículo do profissional que será o responsável pela sua conta.

Relatórios: o marketing digital é o tipo de promoção que mais gera dados de audiência. Com as ferramentas certas, é possível mensurar taxas de engajamento com seu conteúdo, visitas, novos seguidores, fãs, curtidas, cliques, enfim, nessa área tudo pode ser analisado. Portanto, certifique-se de que a empresa irá de fato analisar esses dados e repassá-los para você; esta será a melhor maneira de você entender as vantagens do seu investimento.

Tempo: se algum prestador de serviços de marketing digital oferecer resultados milagrosos em um curto período de tempo, desconfie! Um dos pilares do sucesso em comunicação online é a construção de autoridade no assunto sobre o qual você fala, e isso é um processo que pode levar alguns meses.

Investimento: a empresa que oferecer serviços de marketing digital para o seu negócio vai precisar manter um bom funcionário trabalhando exclusivamente com a sua conta, pois são necessárias horas diárias para a realização desse trabalho. Além disso, existem custos com ferramentas e softwares de automação e análise dos dados da campanha. Por isso, se os custos do projeto estiverem estranhamente baixos, é bom saber: ou o profissional destinado à sua conta não será tão bom, ou o tempo destinado a ela não será o suficiente.

Se quiser saber mais sobre a entrada no universo do marketing, estamos aqui para tirar suas dúvidas!

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Comunicação empresarial: caem as fronteiras entre públicos

Os desafios da comunicação empresarial para diferentes públicos

Os desafios da comunicação empresarial para diferentes públicos

Se “saber mudar é essencial para crescer e garantir o sucesso”, segundo Pereira e Marques (1997), no livro Faces da Decisão: as mudanças de paradigmas e o poder da decisão, as empresas estão no rumo certo, ainda que a passos lentos. É perceptível a transformação, nos últimos anos, da postura das organizações diante dos seus stakeholders. A preocupação com o discurso e seu alinhamento com as práticas organizacionais está muito mais presente, seja por uma mudança de consciência seja pela pressão sofrida pelas novas tecnologias, principalmente pela internet, em que qualquer pessoa se torna autor de conteúdo sobre a empresa.

Assim, as instituições não podem mais visar somente ao lucro e desconsiderar o fato de que elas são um dos elos de um contexto multiparticipativo, com diversos atores sociais. Sendo assim, as relações com os stakeholders se tornam mais sustentáveis, fazendo com que eles sejam mais considerados e valorizados.

Públicos: existe diferenciação entre internos e externos?

Outra mudança recente está na distinção de stakeholders. Não são mais cabíveis os conceitos de “público externo” e de “público interno”. O colaborador, antes considerado público interno, assume também outros papéis dentro da organização, como consumidor, morador da comunidade vizinha à empresa, parceiro e até mesmo acionista. O que permanece, no entanto, são os conceitos de comunicação interna e de comunicação externa. Sendo que essas duas precisam ser estreitamente alinhadas em seus discursos, pois, no fundo, têm os mesmos objetivos: desenvolver um relacionamento construtivo entre empresa e stakeholders.

Comunicação empresarial e as pesquisas

Pesquisas recentes apontam que grande parte das empresas já se preocupa em antecipar informações aos colaboradores antes de divulgá-las ao mercado. No levantamento realizado, neste ano, pela Cristina Panella Planejamento e Pesquisa, 65% das empresas ouvidas priorizam a divulgação das informações aos colaboradores antes de divulgá-las para os demais públicos. O que significa que as empresas reconhecem a importância dos colaboradores no micro e no macro ambientes organizacionais.

A área de comunicação interna, diante de tudo isso, está cada vez mais em evidência e merece toda a atenção por parte dos profissionais de comunicação, que precisam estar antenados aos objetivos estratégicos do negócio, alinhados às diretrizes organizacionais e atentos às necessidades dos clientes internos. Afinal têm que levar para dentro das organizações o melhor que há em comunicação e relacionamento!

neste sentido, os investimentos em canais mais efetivos, em ferramentas gerenciais, em pesquisas e mensurações, em treinamentos e inovações são muito importantes. Assim como, também, o envolvimento de articuladores internos em prol da comunicação multilateral e horizontalizada. É neste momento que entra a participação dos líderes como verdadeiros mentores na promoção de valores, na condução da estratégia e no envolvimento das equipes.

Com atenção a todos esses pontos, a comunicação com os colaboradores ganha mais força e, consequentemente, impulsiona a comunicação interna para o patamar estratégico, com investimentos justos e com a devida valorização.

Por Danielle Nogueira Esteves

Relações Públicas da Press Comunicação

Referências na comunicação:

PEREIRA, Maria José L.de Bretas; FONSECA, João Gabriel Marques. Faces da Decisão: as mudanças de paradigmas e o poder da decisão. São Paulo. Makron Books, 1997.

Grupo de Trabalho de Comunicação Interna/Abracom. Comunicação Interna em tempos de colaboração, transparência e velocidade da informação. São Paulo, 2015.

PANELLA, Cristina. O valor da Comunicação Interna. Pesquisa 2015. Disponível em: http://www.cristinapanella.com.br/. Acesso em: 06 de out.2015

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Conheça a metodologia dos 8ps do marketing digital e revolucione o seu negócio

8 Ps do marketing digital

A metodologia do marketing tradicional é conhecida pelos seus “4ps”, que são representados por: place (em inglês, lugar), promotion (promoção), price (preço) e product (produto). A teoria foi criada por Neil Borden, nos anos 1960 e difundido pelo Philip Kotler, considerado o pai do marketing moderno e seu objetivo era abranger tudo que precisamos analisar na hora de colocar um produto no mercado e promovê-lo.

Porém, de lá pra cá muita coisa mudou, principalmente a maneira como as pessoas e marcas se comunicam. A internet transformou a promoção das empresas e o diálogo com seus clientes e o marketing acompanhou essas mudanças.

Para um melhor aproveitamento desse universo tão novo, foi desenvolvido pelo professor e escritor Conrado Adolpho a metodologia dos “8ps”, que visa adequar o marketing à internet e delinear alguns passos da prática. Vejamos o que ele diz:

1 – Pesquisa

Uma das maiores mudanças trazidas pela internet à nossa sociedade foi a facilidade com que agora fazemos pesquisas, e claro, elas não se limitam apenas ao ambiente acadêmico. No mundo dos negócios, a internet pode ser uma parceira na hora de conhecermos melhor nosso público-alvo. Com as ferramentas certas, é possível saber mais sobre seus consumidores, como quais são seus hábitos, que lugares eles frequentam, o que gostam e o que não gostam de fazer.

#DicaPress de aplicação: Se você já possui uma lista de emails de clientes, envie uma pesquisa com perguntas sobre o perfil e os hábitos desses clientes. Para isso, utilize a ferramenta de pesquisas gratuita do Google, o Google Forms.

2 – Planejamento

A comunicação na internet é muito dinâmica. Ao longo do relacionamento que você vai desenvolver com seu público, vai precisar adaptar sua comunicação de acordo com o que gera mais engajamento entre os leitores e usuários. Além disso, também vai encontrar clientes em potencial que estão em diferentes estágios da decisão de compra, alguns ainda estão pesquisando sobre uma solução para o problema, outros já sabem exatamente o que querem consumir. Por isso, o marketing digital exige muito planejamento; é preciso definir o que será publicado, para quem e quando será enviado, em quais redes e que dias e horários, tudo isso antes de iniciar uma campanha.

#DicaPress de aplicação: Seu planejamento precisará de três dados fundamentais – conteúdo a ser desenvolvido, material que será disponibilizado para download e público a quem será enviado.

3 – Produção

Neste estágio, o planejamento é transformado em algo tangível. É preciso produzir um site institucional para a marca, além de um espaço para publicações constantes, como um blog integrado ao site (este blog é uma das ferramentas mais importantes para o marketing digital de uma marca e será a principal maneira de atração de público). Também é preciso criar perfis para as redes sociais que mais se encaixem com o seu negócio e iniciar a produção de conteúdo relacionado para seu público alvo.

#DicaPress de aplicação: Fale sobre assuntos que são relacionados ao seu negócio. Se você tem uma floricultura e compartilha notícias sobre lazer, não vai atrair o público correto. No lugar disso, pode falar sobre decorações de festas e casamentos, dar dicas de cuidados com plantas, falar sobre buquês de noivas, etc. E lembre-se que a maioria do seu público não conhece o ramo como você, portanto, evite termos técnicos e seja simples e didático.

4 – Publicação

Nesta fase começam as publicações do conteúdo relacionado que você já estava produzindo. Lembre-se das pesquisas para saber o que mais agrada seus consumidores, produza seu conteúdo a partir disso e publique no seu site ou blog e nas redes que mais se encaixam ao seu empreendimento.

#DicaPress de aplicação: Tenha sempre uma base de conteúdos prontos de acordo com seu planejamento, deixar para produzir tudo só na hora de publicar pode atrasar seu cronograma. Além disso, fique atento ao que aparece sobre seu mercado na mídia. Se alguma notícia, evento importante ou conteúdo viral ligado ao seu negócio surgir na mídia, substitua o conteúdo planejamento e entre para a discussão em questão também.

5 – Promoção

Investir em mídia patrocinada como anúncios no Google AdWords e nas chamadas Social Ads – que incluem os serviços de anúncios das redes sociais como Facebook Ads e LinkedIn Ads – , pode gerar bons resultados para as visitas em suas publicações.

Lembre-se que para criar um relacionamento mais saudável e duradouro com seus clientes, é mais interessante promover o conteúdo que você desenvolve do que seus produtos ou serviços, umas das principais características do marketing digital é a de que ele não é agressivo e visa atrair o cliente de maneira passiva, fazendo com que ele se interesse primeiro pelo que você diz e depois pelo que você vende.

#DicaPress de aplicação: Antes de pagar por divulgação online, faça uma pesquisa sobre as palavras chave ligadas ao seu negócio e escolha as que são mais buscadas para usar nos anúncios. Assim sua publicação terá mais visibilidade.

6 – Propagação

Neste momento, as redes sociais são de vital importância, elas oferecem inúmeras maneiras de propagar seu conteúdo e você deve escolher as mais adequadas ao seu produto ou serviço.

#DicaPress de aplicação: Analise o conteúdo que você pode gerar e escolha as redes que mais se encaixam a ele. Trabalha com arquitetura? O Instagram então será uma ótima ferramenta para seu negócio. Tem uma escola de música? O YouTube pode ser ótimo para divulgar vídeos de seus alunos. Tem um meio de comunicação como um site ou revista? Lembre-se que muita gente usa o Twitter para acompanhar o que acontece no mundo.

7 – Personalização

Como dissemos acima, ao longo do processo de comunicação que você vai construir com seu público, será preciso fazer modificações em seu conteúdo. No início do processo é normal que você ainda não entenda perfeitamente o que faz mais sucesso entre seus potenciais clientes e, além do mais, também vai perceber que algumas pessoas estão mais decididas a comprar do que outras.

#DicaPress de aplicação: Uma boa maneira de personalizar sua comunicação é por meio do email marketing. Crie listas de segmentação de acordo com as interações de cada um e envie materiais e conteúdos mais personalizados para cada lista.

8 – Precisão

Uma das maiores vantagens do marketing digital são as possibilidades de mensuração dos resultados de cada ação. É possível analisar o perfil de quem interage com você, a porcentagem de pessoas que abriram e/ou clicaram em um email marketing, o conteúdo mais acessado do seu site, etc. A partir daí é possível transformar seu conteúdo em algo mais preciso. Essas análises devem ser feitas periodicamente para a otimização das ações e conteúdos.

#DicaPress de aplicação: Para mensurar os resultados de suas campanhas, você pode utilizar ferramentas gratuitas como o Wisp (para Instagram), o SumoRank (Para Facebook) e o Similar Web (para sites).

Se você quer conhecer melhor o marketing digital e entender alguns elementos como o caminho que o cliente deve percorrer na ambiente online até fechar um negócio com a sua empresa ou como transformar leitores do seu conteúdo em contatos da equipe de vendas, faça o download do nosso infográfico especial e leia sobre como vender mais com marketing digital!

Referências:
Os 8 Ps do Marketing Digital – o Seu Guia Estratégico de Marketing Digital
Conrado Adolpho Vaz

 

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5 motivos pelos quais o seu jornal interno não está sendo lido

mulher lendo um jornal corporativos

Não basta fazer! O índice de leitura dos jornais corporativos deve ser observado

Mesmo na era da internet e das redes sociais, o jornal impresso continua sendo uma ferramenta de comunicação interna fundamental para o relacionamento entre empresa e empregado. Um dos motivos para o sucesso desse tipo de publicação é que nem todos os colaboradores possuem acesso a um computador ou podem utilizá-lo durante o horário de trabalho.

Mas, para que o jornal impresso seja eficaz, é preciso entender que, nesse caso, o empregado é antes de tudo um leitor. E, por isso, ele deve ser atrativo para conquistar e manter o interesse do seu público-alvo. Afinal, assim como todos os outros veículos de comunicação, o jornal interno não “existe” se não tiver leitores. A empresa pode até continuar bancando a publicação e o jornal pode continuar sendo distribuído aos colaboradores, mas se não for lido, absorvido, analisado e discutido por seus leitores todo esse trabalho será um desperdício de tempo e dinheiro.

Conheça, então, 5 motivos pelos quais o seu jornal interno não está sendo lido e saiba como aproveitar a publicação da melhor forma possível!

  • Distribuição errada

Deixar pilhas de jornais espalhadas pela empresa e esperar que o colaborador tome a iniciativa de pegá-lo, certamente, será um “tiro no pé”. Deixar um exemplar sob cada assento, no caso das organizações que disponibilizam transporte para os colaboradores, também não é uma boa ideia, já que eles podem pensar que o informativo pode ser lido, mas deve continuar ali, para as demais pessoas que utilizarem o veículo.

A maneira mais assertiva de ter sucesso com a distribuição do jornal interno é garantir que ele chegue às mãos do colaborador. Isso pode ser realizado com a entrega para cada um dos empregados, no horário de almoço, início ou término do expediente ou durante as reuniões diárias, por exemplo. Outra forma é encartando o jornal junto à cesta básica ou enviando-o por correspondência para a residência do empregado.

  • Só a diretoria aparece

O jornal interno deve contemplar todos os níveis hierárquicos no desenvolvimento das matérias. E isso implica em apresentar assuntos de interesse tanto dos líderes, gestores e diretores quanto dos demais colaboradores que, inclusive, são maioria na organização. Fazer pesquisas de opinião, buscando saber o que os leitores querem ver na publicação ou querem saber sobre a empresa, é uma boa estratégia.

Além disso, os colaboradores gostam de se ver e ver os colegas no jornal. Quando são citados e têm a sua foto divulgada ainda levam o informativo para que os amigos e familiares vejam também. Isso faz com que a divulgação do jornal seja aguardada pelos empregados e que as suas páginas sejam realmente lidas e não somente folheadas.

  • Baixa atratividade do layout

Enganam-se os que pensam que a boa qualidade dos textos é suficiente para atrair a atenção dos empregados para o jornal interno. Antes disso, os leitores são atraídos pelo o que vêm, ou seja, o layout da publicação.

Muito texto na página; falta de cuidado com os personagens a serem fotografados assim como com as fotos (pequenas, sem enquadramento e tratamento ou com baixa resolução); e a utilização de letras muito pequenas nos textos são alguns dos pontos negativos que inibem o interesse do leitor pelo jornal interno.

Para atrair a atenção dos empregados, invista em cores atrativas e quentes, além de outras maneiras de explicar o assunto abordado que não só o texto, como os infográficos.

  • Linguagem inadequada

É importante ressaltar que o público interno é composto por pessoas de diferentes níveis de escolaridade. Em uma empresa existem colaboradores com doutorado e mestrado como também com ensino fundamental incompleto, por exemplo. Por isso, o texto deve ter uma linguagem formal, porém simples e de fácil entendimento para todos.

Mas, atenção: linguagem simples não quer dizer escrever errado. Pelo contrário, os textos devem apresentar organização, clareza, concisão, coerência e bom domínio do português.

  • Falta de periodicidade

Produzir um jornal impresso de boa qualidade precisa de tempo, portanto é inviável que a periodicidade seja menor do que 30 dias. Já um jornal semestral não cria vínculo com os colaboradores e, muitas vezes, divulga matérias sobre acontecimentos antigos e que já não interessam mais aos leitores. O segredo é que o espaço entre um jornal e outro não seja nem curto e nem longo demais. Entre um e três meses é o ideal, dependendo do objetivo da publicação.

O atraso na entrega do jornal também é um ponto negativo. O informativo deve fazer parte da rotina dos empregados, eles devem saber quando esperar pelas notícias da empresa.

Quer saber mais como o seu jornal sobre como aumentar a leitura do seu jornal interno ou ainda não tem e quer criar um? Entre em contato com a nossa equipe Press.

consultoria grátis jornal

 

 

 

WhatsApp é o aplicativo em que as empresas apostam

O aplicativo de mensagens instantâneas se tornou um importante canal de comunicação e de serviço de atendimento ao cliente

Whatsapp

WhatsApp pode ser uma ferramenta estratégica para empresas

O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp está se tornando cada vez mais presente nas áreas de comunicação de empresas, pela possibilidade de gerar negócios e ser um canal de comunicação e de serviço de atendimento ao cliente (SAC). O aplicativo também é usado para exposição da marca, triagem e canal de vendas.

E não é atoa que o aplicativo tem chamado tanto a atenção das marcas: atualmente, são 800 milhões de usuários no mundo, e a empresa pretende chegar bater a marca de um bilhão até o final deste ano.

Além disso, sete em cada dez celulares brasileiros já possuem o WhatsApp instalado, e nos smartphones ele já é mais acessado do que outros aplicativos para conversa, sendo utilizado em 72% dos aparelhos. O Messenger do Facebook alcança 49% dos aparelhos o Skype atinge apenas 30% dos dispositivos.

Cases: empresas no WhatsApp

Uma matéria divulgada no jornal Diário, Comércio, Indústria e Serviço em 2014, abordou a questão do WhatsApp empresarial. Na notícia, a mestre em Ciência da Comunicação pela USP e professora da Universidade Anhembi Morumbi, Claudia Cruz, disse que o uso do aplicativo atrai o público para interagir com marcas criando uma hiperealidade, que muda o quadro mais conhecido para um quadro onde o interlocutor pode opinar e expressar em tempo real.

A matéria em questão apresenta três cases: o primeiro foi da montadora japonesa Mitsubishi, que utilizou o WhatsApp como um canal de relacionamento onde, durante um mês, o consumidor pôde tirar dúvidas sobre um modelo de carro que estava sendo lançado, tudo por meio de conversas pelo aplicativo com a equipe de atendimento da empresa. Eles conversaram com os clientes sem a formalidade tradicional, mas respeitando o espaço dos consumidores e com o auxílio de recursos multimídia de vídeo e foto.

Outro case é o da farmácia de manipulação Sempre Viva, em Itajubá (MG). A proprietária Vivian Costa conta a experiência de sucesso em vender com o SAC 3.0, que já representa 40% do negócio. Com o aplicativo, ela interage com os clientes, recebe fotos das receitas e passa orçamentos, agiliza o envio do remédio, entre outras facilidades.

Para a empresa Junqueira, do setor imobiliário, localizada em Piracicaba, interior do estado de São Paulo, a ferramenta se tornou um diferencial entre os concorrentes. Ele serve para contatos, agendamento de visitas, negociações, entre outros.

Conheça as principais vantagens do WhatsApp para empresas na prática

À primeira impressão, muitas pessoas podem pensar que o WhatsApp em empresas será uma ferramenta perfeita para publicidade e promoção de produtos, mas é importante ressaltar que sua finalidade principal é o relacionamento com o cliente. No app de mensagens, é muito fácil bloquear contatos, portanto, não adianta ficar enviando propagandas e spams sem critério algum. O máximo que uma marca conseguirá fazendo isso é a irritação de seus cientes em potencial.

Mas, com alguns cuidados, é possível usufruir de muitos benefícios por meio do aplicativo:

– Atendimento a qualquer hora e a facilidade de tirar dúvidas, fornecer orçamentos e registrar pedidos, o que melhora o relacionamento com os consumidores e fideliza clientes.

_ Também é possível conversar com vários clientes de uma só vez, o que aumenta a rapidez do atendimento se comparado a um atendimento telefônico.

_ A plataforma também representa um dos custos mais baixos de investimento em atendimento.

– Por meio dele, as empresas podem enviar fotos, áudios ou vídeos para que o cliente visualize melhor o produto oferecido.

– As empresas ainda podem criar grupos com perfis similares e divulgar novos produtos e serviços, deixando seus consumidores atualizados sobre todas as novidades de seu negócio.

_ Além dos usuais grupos, também é possível criar listas de transmissões, através das quais as empresas podem enviar comunicados, informações e requerimentos. A diferença fundamental entre um grupo e uma lista de transmissão é que as respostas dos membros são visualizadas individualmente pelo membro que a enviou e pelo administrador do grupo.

Baixe infográfico sobre lista de transmissão

As 7 diferenças fundamentais entre o marketing tradicional e o marketing digital

 

ilustração de marketing digital

 

O primeiro passo necessário para entender as diferenças entre o marketing tradicional e o marketing digital é entender melhor o que é marketing. Muita gente confunde essa ramificação da comunicação com a publicidade, mas é importante ressaltar que são áreas bastante distintas. Enquanto a publicidade busca construir um posicionamento e uma imagem sólida da marca, o marketing é o principal parceiro do setor de vendas. É ele o responsável por elaborar estratégias de vendas levando em conta o público alvo e as políticas, recursos e limitações da empresa. Sabendo disso, podemos começar a diferenciar as duas práticas.

O marketing digital chegou há pouco tempo e tem crescido exponencialmente entre marcas e empresas de todos os tamanhos e segmentos, e isto já configura uma de suas principais diferenças quanto ao marketing tradicional. Por ser realizado na internet, ele é completamente adaptável à necessidade de cada negócio e pode ser feito mesmo quando os recursos são mais escassos.

Marketing digital e marketing tradicional na prática

Se precisarmos destacar apenas uma diferença fundamental entre o inbound marketing (prática mais eficiente de marketing digital atualmente) e o marketing tradicional, devemos destacar o fato de que no primeiro, o cliente é atraído naturalmente; ele chega até você a partir do interesse no conteúdo que você produz. Já na prática tradicional (outbound marketing), a empresa vai até o cliente e tenta convencê-lo, seja através de visitas, propagandas ou promoções.

O livro “Social Media Marketing und Recht”, de Tomas Schwenke, traz as principais diferenças entre as duas maneiras de promoção. São elas:

1 -Estrutura

Enquanto o marketing tradicional é muito bem estruturado mesmo antes de ser colocado em prática, com todas as ações e campanhas definidas; no marketing digital suas ações serão ditadas de acordo com as respostas e reações do seu público. Determinado anúncio patrocinado teve uma boa resposta? Hora de estruturar o conteúdo em volta do assunto tratado nesse anúncio. Uma campanha de e-mail marketing teve boa taxa de abertura? Então é preciso analisar o que foi que chamou atenção de seu público ali.

2 -Direção da comunicação

No marketing tradicional, as marcas falam de si por meio de anúncios, campanhas e ações junto aos clientes, mas não há muito espaço para ouvir o público a não ser pelos Serviços de Atendimento aos Consumidores (SACs) tradicionais e de trabalhosas pesquisas. Já no marketing digital, existe um espaço amplo que é voltado para ouvir esse público. As plataformas na Internet sempre viabilizam o envio de mensagens e contatos. É praticamente impossível falar sem também ouvir no marketing digital.

3 -Tempo das ações

As ações de longo prazo vistas no marketing tradicional, como campanhas de comerciais televisivos, não existem no marketing digital. Tudo vai se transformando de acordo com a resposta do seu público.

4 -Diálogo com os clientes

Na Internet, tudo é imediato, portanto, horários de atendimento não se limitam mais a horários comerciais. Sim, é preciso estar atento ao que acontece com sua marca na Internet durante 24 horas por dia e sete dias por semana.

A voz do seu público também ganha espaço no marketing digital, onde seus clientes podem criar conteúdo sobre você, seja ele bom ou ruim; e é importante estar atento ao que todos falam, responder às reclamações e lembrar que na Internet seu diálogo é público e pode ser facilmente compartilhado.

5 -Alcance

Tudo que você publicar sobre sua marca no ambiente online poderá ser acessado por uma gama de pessoas muito maior do que apenas seus clientes. Mesmo que seu conteúdo seja bastante segmentado, é impossível controlar quem terá acesso a ele. E isso caracteriza uma grande vantagem devido à possibilidade de se alcançar novos clientes.

6 -Linguagem

Sua empresa não deve usar a mesma linguagem na Internet e em um jornal impresso, por exemplo. Independentemente do público alvo, a linguagem usada na Internet exige mais descontração, bom humor e inovação.

7 -Colaboradores envolvidos

É um erro muito comum das marcas envolverem profissionais de comunicação off-line em projetos de comunicação online sem um treinamento adequado. É preciso levar em conta que são dinâmicas de trabalho completamente diferentes. O profissional envolvido no marketing digital deve ter visão analítica muito apurada e facilidade para trabalhar com processos em constante mudança e adaptação.

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5 dicas para escolher uma boa agência de comunicação

Busca pela agência perfeita
Algumas dicas contribuem para encontrar a agência ideal

 

Depois de usar o poder de convencimento junto ao chefe, reuniões para avaliação das propostas, finalmente, foi liberado ao profissional de RH ou de Comunicação o recurso para o tão sonhado contrato com uma agência de comunicação. Entra em cena a dúvida de quem contratar, o que observar, como investir a verba e ter sucesso nos resultados. É certo que muitas empresas se limitam a buscar indicação, mas nem sempre uma agência recomendada para uma empresa poderá atender o perfil desejado por você. Então, veja as dicas que podem te ajudar na tomada de decisão:

1 – Peça referência para clientes da agência:

A referência é sempre válida. Conversando abertamente com os colegas, é possível questionar pontos negativos e positivos e ainda investigar o motivo de certos desagrados, caso eles existam. Lembre-se que a referência por si só, não basta, mas já é um ponto de partida. Ao pedir referências, confira os trabalhos produzidos e veja se são do seu agrado; pergunte sobre a disponibilidade dos profissionais do atendimento; questione sobre os resultados alcançados.

2 – Verifique a experiência dos profissionais que trabalham nela:

Ao entrar em contato com uma agência, solicite o quadro de funcionários e um breve histórico dos currículos. Afinal, eles trabalharão para atender suas demandas. Pergunte sobre por quais empresas passaram, características profissionais, principalmente, daqueles que trabalharão diretamente no atendimento ao cliente – se são proativos, comunicativos, bons ouvintes, enfim, se correspondem àquilo que você busca em um profissional. Isso é importante para ajudar a agência a definir qual profissional ela vai convocar para te atender. Muitas agências, como a Press Comunicação, conseguem definir o profissional logo após a reunião com o cliente, baseada em suas peculiaridades e demandas.

3 – Peça apresentação de um case:

Se você está buscando uma agência para produzir uma publicação, peça a ela para verificar revistas e jornais produzidos para outro cliente. Caso queira uma assessoria de imprensa, solicite que a empresa relate algumas experiências com clientes semelhantes ao seu perfil ou mesmo peça para ver  um relatório de resultados . Enfim, a análise de cases pode te auxiliar na decisão.

4 – Visite e conheça a infraestrutura física e a equipe de trabalho:

Outra dica é marcar uma reunião na agência para avaliar a estrutura física e conhecer a equipe de profissionais pessoalmente. Lembre-se que quanto mais tempo de mercado a agência tiver, mais experiência, mais maturidade. Não se intimide, pergunte tudo o que quiser, tire suas dúvidas, questione, converse diretamente com a equipe responsável pelo trabalho que você quer contratar. Isso o ajudará na decisão.

5 – Avalie o custo benefício:

Se você gostou de tudo o que viu e ouviu, mas agora a decisão esbarra no custo, lembre-se que “o barato pode sair caro”. Diferença de orçamento é comum, e saudável, em qualquer mercado. Mas é preciso lembrar que manter uma estrutura adequada com profissionais gabaritados tem um preço. No entanto, não desista do contrato apenas pelo custo, procure negociar junto àquele que lhe transmitiu a melhor impressão, e principalmente, mais segurança de uma entrega de qualidade, com respeito ao prazo, às exigências e às características do cliente.

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Comunicação para franchising

Comunicação para franchising é tema de artigo de Natália Aguiar, da Uptime
Comunicação para franchising é tema de artigo de Natália Aguiar, da Uptime

Mesmo diante de um momento economicamente instável no Brasil, o franchising continua em ascensão. Segundo dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising), o setor cresceu 7,7% em 2014, sendo o último a entrar em dificuldade e o primeiro a sair. A expectativa para 2015 é de um crescimento de cerca de 8%, recompondo perdas inflacionárias e abrindo espaço para uma expansão mais vigorosa nos próximos anos. Neste contexto, a comunicação tem um papel fundamental, uma vez que com estratégias bem definidas, as franquias podem alcançar resultados cada vez melhores.

O processo de comunicação tem como premissa básica facilitar a interação entre as partes, gerando entendimento e modificando positivamente a relação entre todos os envolvidos. No franchising, a comunicação ganha ainda mais importância. Isso porque em uma rede, os desafios de manter profissionais e parceiros franqueados bem informados tornam-se maiores.

Partimos sempre do princípio de que cada rede tem uma cultura, um DNA, e isso precisa ser muito bem entendido para que a comunicação seja eficiente. O fato de o cliente ser tratado como parceiro e estar conosco no projeto desde o início, como se fosse um membro da equipe, é um dos diferenciais que contribui para o sucesso da franquia como um todo. Além disso, ele, como gestor de sua franquia, também quer ser ouvido. Portanto, é fundamental criar meios para manter o diálogo constante, a fim de garantir a sustentabilidade da comunicação e dos negócios.

Outro fator que deve ser considerado, quando pensamos em rede de franquias, é que as unidades são distribuídas em diferentes pontos geográficos no país e todos devem falar a mesma língua. Por isso, a complexidade da comunicação no franchising está em manter a padronização dos processos, do modelo de atendimento, da forma de utilização da marca, da identidade visual, entre outros desafios.

Acreditamos que é preciso trabalhar com um mix de canais on e off line para uma comunicação eficaz. Comunicados, e-mails MKT, intranet, blogs, e-books, anúncios no Google, gestão de redes sociais, vídeos para diversas plataformas, eventos, ações de relacionamento, treinamentos e um completo plano de comunicação e mídias anuais, desenvolvidos de acordo com as estratégias estabelecidas, são meios complementares que contribuem para o reforço da marca, tanto internamente, quanto no mercado.

Como agência de comunicação integrada, especializada em franchising e com foco no franqueador, a missão da Scrivia é escrever a história das marcas por meio de estratégias de comunicação inovadoras que gerem resultados aos clientes.

*Natália Aguiar, gestora da Scrivia Comunicação – UPTIME Group para o Blog Minas Marca

 

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