Cuide da imagem e reputação da sua empresa em 2016

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Integrar, progressivamente, o seu planejamento estratégico, as políticas de relacionamento institucional e as ações de comunicação possibilitando a percepção dos diferentes públicos sobre a identidade organizacional o desempenho da empresa. Trabalho desenvolvido para que a corporação seja vista da forma como realmente é e que se apresenta à sociedade.

Esse é o objetivo da assessoria de imprensa ao trabalhar a gestão de imagem e reputação. Mais um ano começou e muitos ainda não fizeram um bom planejamento de comunicação, dando relevância à reputação do seu negócio com os diversos públicos. Traçar as metas e objetivos o quanto antes é importante para colher bons resultados.

Imagem e Reputação

Qual é a mensagem que a sua empresa passa para o público? Ela está de acordo com o que foi definido na sua missão e visão? Se você respondeu não a essas perguntas ou não sabe responde-las é sinal que a sua empresa precisa de um planejamento estratégico de relações com a imprensa.

A construção da reputação da empresa se dá através da coesão entre os valores da empresa e o comportamento dos seus colaboradores. Por isso trabalhar esse tópico na estratégia de comunicação é tão importante. É através desse trabalho que a boa imagem da sua empresa será construída, tanto para o público interno quanto para o externo.

O papel da assessoria de imprensa

A assessoria de imprensa será a responsável por definir as metas necessárias para alcançar o objetivo da construção e da manutenção da imagem e reputação da corporação. Para isso, são usadas ferramentas como mídia training, definição e treinamento de porta-vozes, produção de cartilha de mídia training (esta deverá ser distribuída a todos os colaboradores, pois eles devem saber como se portar se abordados pela imprensa) e posicionamento frente a crises.

Esses cuidados são essenciais para a mensagem que a sua empresa transmite para o público.

Ficou interessado?

Confira nosso material para iniciantes com as 6 perguntas mais comuns sobre Assessoria de Imprensa e saiba mais sobre a área!

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Facebook Analytics: a importância de analisar os resultados

Analisar as suas atividades na rede é essencial para uma estratégia de sucesso

 

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Analisar faz parte da rotina de diversas áreas e para quem trabalha com marketing digital não é diferente. Extrair os resultados das ações realizadas em sites, blogs, campanhas no Google e no Facebook é indispensável para avaliar o que foi feito, identificar melhorias, se for o caso, e planejar os próximos passos.

Facebook Analytics

Muitos fatores devem ser levados em conta na hora da análise: o que está fazendo sucesso e o que não está, o perfil dos seus fãs (idade, sexo, onde moram e o idioma que falam), além dos investimentos em mídia. Esse último é encarado como a salvação para o algoritmo do Facebook que aterroriza muitos profissionais da área de mídias sociais e marketing digital: o EdgeRank. Ele funciona como uma peneira, que seleciona o que e quem verá o seu conteúdo.

Falando na maior rede social do planeta, decifrar os resultados pode dar um pouco de trabalho no início, mas tudo é questão de prática e conhecimento. O Facebook Insights, ferramenta de  análise do Facebook, ajuda nesse trabalho, que deve ser feito de maneira periódica, pelo menos a cada mês. Só assim você conseguirá acompanhar, de fato, o desempenho da sua página.

Para acessar os dados e as informações para a análise da sua página, basta clicar na aba “Informação”, logo acima da foto de capa. Nela você vai encontrar um menu com tudo o que deve ser analisado:

– Visão geral

– Curtidas

– Alcance

– Visualização da página

– Publicações

– Vídeos

– Pessoas

Quer saber mais sobre o Facebook Analytics? Confira nosso novo material!

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Facebook Ads: conquiste leads através das redes sociais

Conteúdos e páginas patrocinadas na rede tornam a conversão em vendas mais ágil e assertiva

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Criado em fevereiro de 2004, o Facebook é a maior rede social do planeta, com mais de 1 bilhão de usuários. Ele foi um dos responsáveis por mudar a forma como as pessoas se relacionam com o mundo. Sendo assim, as empresas não poderiam ficar fora. Logo as primeiras marcas começaram a ver na rede a oportunidade de estar cada vez mais próximas de seus consumidores.

Porém, o que era mais fácil inicialmente – os posts sem investimento apareciam com mais frequência no feed de notícias dos fãs de cada página –, foi dificultado por um algoritmo que até hoje reduz a visibilidade orgânica para, em média, 3% do total de fãs que a sua página tem.

Facebook Ads

Para muitos os anúncios na rede são recentes, porém eles já fazem parte da natureza do negócio. O Facebook Ads existe desde que a plataforma se popularizou dentro da Universidade de Havard. No início eram feitos anúncios de festas da universidade. No ano seguinte, 2005, quando o Facebook saiu do meio universitário para ganhar o mundo, os anúncios foram essenciais para a empresa. Grandes marcas como Apple e Victória Secret’s estão entre os investidores iniciais, mas a maior foi a Microsoft.

Leads   

Contada um pouco da história dos anúncios na plataforma, vamos ao que interessa: como usar o Facebook Ads para gerar leads de qualidade para a sua empresa. Diferente do Google AdWords, onde as pessoas encontram a sua marca pelo resultado de busca gerado por uma demanda já existente por certo produto ou serviço, o Facebook Ads vai atingir as pessoas que já curtem páginas relacionadas ao seu negócio, mas que ainda não demandam o que a sua empresa oferece.

A plataforma também oferece uma central de anúncios cada vez mais completa para a segmentação de públicos, resultando em leads mais assertivos para cada negócio. Nela você também pode optar por diferentes formas de anunciar:

Branding/Comunicados gerais sobre a marca

– Promoção de ofertas específicas

– Criação de audiência

– Impacto e engajamento de audiência

Ficou interessado?

Confira o material especial que preparamos para você!

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SEO: o que é e por que investir?

Otimização de sites e conteúdos digitais é o que te faz relevante nas buscas orgânicas

 

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Ao pesquisar pela sua empresa no Google, usando palavras que estão ligadas aos serviços ofertados, ela aparece nos primeiros resultados, ou seja, na primeira página? Se você respondeu não temos uma péssima notícia: você está perdendo negócios.

Pare e observe os seus hábitos na hora de fazer uma pesquisa na internet. Você, provavelmente, não avança para a segunda página de resultados de pesquisa online. E não está sozinho. A maioria das pessoas não o faz.  Para estar nos primeiros resultados, você deve considerar duas soluções: investir em anúncios pagos e no SEO ( Search Engine Optimization) ou SEM (Search Engine Marketing).

Análise de site

Se você já tem um site ou blog, o primeiro passo é analisar o conteúdo existente, a fim de aplicar as melhorias necessárias para a otimização e elevação no ranking dos mecanismos de buscas online.

Produção de Conteúdo

Na hora de produzir os conteúdos para o site da sua empresa, você deve levar em consideração a estrutura proposta para o SEO. Assim, evitará revisões posteriores para correções da estratégia.

A contratação de agências especializadas em produção de conteúdo é a melhor opção, pois essas contam com profissionais treinados e com expertise para a criação de conteúdo orientada para a otimização.

Ferramentas

Existem ferramentas online que auxiliam na criação e na pesquisa do peso das palavras-chave selecionadas. Google Trends, Keyword Planner do Google e SEMrush são alguns exemplos. Apesar de estarem disponíveis na internet, seus resultados dependem da expertise dos profissionais responsáveis pela operação.

 

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Crise? Não para a comunicação interna!

Pesquisa aponta crescimento da comunicação interna nas empresas brasileiras

 

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O Brasil enfrenta a maior crise econômica dos últimos anos. Diante desse cenário de instabilidade, como fica a comunicação dentro das empresas? Na contramão de tanto caos, medo e cortes financeiros, estudos revelam que existem empresas que estão em busca de maior engajamento e motivação dos colaboradores.

Enquanto muitas instituições, erroneamente, fazem cortes na comunicação, outras tantas já perceberam a importância de fortalecer ferramentas que engajam, motivam e fazem com que o colaborador se sinta informado sobre a realidade da empresa. Prova disso, é que uma pesquisa atual, elaborada pela Cristina Panella Planejamento e Pesquisa, em parceria com a Mega Brasil e a Newsletter Jornalistas & Cia, intitulada “A comunicação interna e sua contribuição para a geração de valor nas grandes empresas, realizada com 52 das maiores empresas de 17 setores da economia brasileira, aponta crescimento da comunicação interna comparada aos resultados dos últimos dois anos.

Entre os dados do levantamento, está uma evidência clara do bom posicionamento que a comunicação interna está ganhando dentro das organizações. A importância que tem a comunicação interna na visão de presidentes e diretores. Entre os 52 ouvidos, os índices são:

 

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Deixar de comunicar ou não informar a verdade aos colaboradores é um dos principais erros cometidos pelas empresas que não priorizam a relação com o colaborador durante a crise.

Com o receio de falar a verdade e impactar a produtividade e o ânimo dos colaboradores, as lideranças ignoram o anseio das equipes em ter informações da situação real da empresa. Com essa postura, orientada pela própria direção, a liderança vai perdendo a credibilidade e, consequentemente, a capacidade de influência sobre a equipe.

Definitivamente, omitir não é a solução. Lógico que nem tudo deve e pode ser dito. Mas utilizar informações de mercado e de produção pode munir um discurso transparente e que envolve pessoas. Ser envolvente não é errado. Pelo contrário, é trazer as pessoas para junto da causa que se acredita. Qual empresa não quer, no momento de crise, contar com a força e a energia das equipes?

Então, que as empresas comuniquem mais e se escondam menos, porque para a comunicação interna não há crise, e sim oportunidade de envolver pessoas.

Destaque

Quer saber sobre Gestão de Crise? Então leia o nosso texto e entenda como em tempos de internet e de redes sociais, as crises de imagem podem tomar proporções gigantescas.

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Conteúdo: o foco está no público

Com a consolidação do marketing digital, a criação de conteúdo voltado para cada público específico se tornou premissa para qualquer estratégia

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O consumo de conteúdo seja ele texto, imagem ou vídeo cresceu rapidamente na última década. Isso aconteceu por causa do aumento do acesso à internet. As pessoas passaram a ser bombardeadas por informação 24 horas por dia, sete dias por semana.

Com esse cenário, os profissionais de marketing se viram desafiados a encontrar cada vez mais criatividade para ganhar a atenção do consumidor. Mas o erro estava em levar a estratégia do marketing tradicional para o formato digital, muito mais dinâmico e abrangente.

Marketing 3.0

O novo consumidor passou a consumir não mais baseado em suas necessidades básicas, mas sim em suas emoções, em seus desejos. Philip Kotler surgiu em 2010 com uma nova ideia para renovar a maneira de atrair clientes, com seu livro “Marketing 3.0”. Na obra, o conceituado especialista destaca as mudanças do comportamento social como explicação para a ‘morte’ do marketing tradicional.

Durante o evento HSM Expomanagement no mesmo ano, Kotler afirmou, entre outras coisas, que “Se você criar um caso de amor com os seus clientes, eles próprios farão a sua publicidade”. E ele estava certo. Hoje o marketing digital já está consolidado e uma das suas ferramentas, o marketing de conteúdo, trabalha de acordo com que o público-alvo da empresa quer ler.

Personas

Para criar esse conteúdo direcionado, a sua estratégia de marketing digital deve ter um calendário com assuntos que tornarão a sua empresa uma referência. Aqui, a regra é clara: pare de querer agradar a todos e mantenha seus esforços no seu público-alvo ou suas personas. Para isso você precisa identificar e criar as personas (personagens), que representam quem a sua empresa deseja atrair e fidelizar.

Marketing de Conteúdo em 2016

As previsões para o marketing em 2016 apontam que as estratégias estarão ainda mais focadas nas paixões e nos desejos do público das empresas. Atingir um grupo específico se tornou mais importante, pois é muito mais assertivo e traz um retorno muito maior para a empresa.

 

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Invista em Pesquisas de Comunicação Interna

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Os últimos quatro meses do ano são o momento em que as empresas estão envolvidas no planejamento do ano seguinte. As áreas de comunicação também se envolvem na avaliação do que funcionou ou não no ano atual para então prever as iniciativas futuras.

Para haver uma percepção mais apurada do cenário atual da comunicação interna e conseguir prever um planejamento efetivo, é imprescindível fazer uma pesquisa de comunicação ou de diagnóstico interno de comunicação. Afinal, elas funcionam como uma bússola para orientar as decisões da área.

Porém, quando analisamos dados dos últimos anos, percebemos que houve uma queda nos números dos planejamentos de comunicação interna que utilizaram pesquisas.

Na hora de definir o planejamento de comunicação interna:
Em 2013 Em 2015
31% utilizaram dados de pesquisas 10% utilizaram dados de pesquisa
62% utilizaram parte de dados de pesquisa 75% utilizaram parte de dados de pesquisa
7% não utilizaram pesquisas 15% não utilizaram pesquisas

* Dados de pesquisa da Cristina Panella – Planejamento e Pesquisa

De acordo com os dados da empresa Cristina Panella Planejamento e Pesquisa, percebe-se que as áreas de comunicação têm usado menos dados estatísticos e mais a intuição na hora de criar seus planejamentos anuais.

É indiscutível que essa prática é um retrocesso para o posicionamento estratégico e para a efetividade das iniciativas.

 

Como contornar isso?

Elementar, meu caro Watson! Investir em pesquisas de comunicação interna, prevendo-as no planejamento e no orçamento anual.

Mas se, porventura, você planejou as ações de comunicação interna de 2016 sem a realização prévia de uma boa pesquisa ou diagnóstico, não se desespere. Você poderá adotar modalidades de pesquisas mais rápidas e simples durante o ano, que também te ajudarão a mensurar as iniciativas e verificar se estão sendo assertivas ou não.

 

O importante é não deixar de fazê-la.

A escolha do tipo de pesquisa depende do objetivo que se espera. Por exemplo, para analisar jornais, revistas e outras publicações impressas, a sugestão é fazer um grupo de discussão, uma enquete ou um World Café, uma ou duas vezes no ano.

Já para avaliação de um evento, o ideal é realizar uma pesquisa pós-evento que pode ser impressa, eletrônica ou por telefone. Para avaliar a efetividade de uma campanha, a dica é fazer  enquete, eletrônica ou impressa, ou entrevista estruturada quantitativa, por exemplo.

 

Você deve estar se perguntando, então para que fazer pesquisa prévia?

A diferença entre a pesquisa prévia e as pesquisas pontuais durante o ano, é que a pesquisa que antecede o planejamento serve de diagnóstico, ou seja, gera um plano de ação para ser implantado e acompanhado. Já as pesquisas pontuais têm o objetivo de avaliar o que já passou e, possivelmente, a ação de melhoria não poderá ser tomada de imediato. Veja o exemplo.

Pesquisa pontual: após uma campanha de disseminação dos valores da empresa, descobre-se que ninguém entende como aplicar os valores da empresa na prática. Você perdeu energia e recursos.

– Pesquisa prévia ao planejamento ou de diagnóstico: detecta-se que os funcionários não entendem o significado dos valores e como aplicá-los. Você saberá qual é o foco da campanha. Possivelmente, irá explicá-los e exemplificá-los e sua campanha alcançará os objetivos, tornando-se eficaz .

 

Percebe a diferença?

Segundo a jornalista Letícia Carpanez de Paiva, “a pesquisa de comunicação é uma ferramenta que permite avaliar a comunicação praticada e, assim, propor mudanças ou melhorias. Ela fornece dados precisos sobre como as pessoas enxergam a empresa, o que elas acham da atual política de comunicação praticada e o que pensam dos canais utilizados. Além disso, a pesquisa pode suscitar sugestões de mudanças e ideias interessantes para a empresa, e servir para realizar ajustes de imagens junto ao público interno”.

O fim da pesquisa não significa o fim dos trabalhos. Pelo contrário. Os resultados mostrarão o que está bom e o que precisa melhorar, para que os processos sejam desenvolvidos com mais clareza e eficácia.

Quer obter sucesso em pesquisas de comunicação interna? Acesse os 7 fundamentos para fazer uma pesquisa interna. É gratuito e poderá te ajudar muito!

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Marketing de Conteúdo: estratégia de ouro de 2016

Na era do marketing digital oferecer conteúdo relevante para atrair quem você quer é uma das principais armas para o relacionamento e fidelização de clientes

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Há mais de uma década vivemos transformações quase que diárias na forma de fazer comunicação e marketing. Com a disseminação e consolidação das mídias sociais – blogs, Facebook, Twitter, LinkedIn, YouTube etc. – o conteúdo ficou cada vez mais em destaque. Isso porque qualquer um pode criar o seu próprio perfil, canal ou sua página sobre quase tudo o que quiser.

Porém, empresas que estão atrás de novos clientes, devem construir estratégias para a criação e divulgação correta do seu conteúdo. As pessoas são bombardeadas a todo o momento com um excesso de informação que, se destacar é quase que uma obrigação para atrair os olhares do seu público.

Para ser reconhecido pelo que oferece você deve priorizar os seguintes passos:

  • Identifique seu público-alvo
  • Escreva sobre o que seu público quer ouvir
  • Consistência de formato e periodicidade
  • Conteúdos diferentes para estágios de compra diferente
  • Promoção do material desenvolvido

Marketing de Conteúdo no Brasil

Os formatos de divulgação do seu material variam e podem ser usados de acordo com o tamanho do que será ofertado e o perfil do público.

A pesquisa Tendências de Marketing de Conteúdo 2015 revelou que:

  • 31% das empresas destinam mais de 25% do orçamento para geração de conteúdo
  • 70% prevê um aumento no orçamento de conteúdo
  • 77% das organizações possuem uma estratégia definida de marketing de conteúdo
  • 40% documentam esta estratégia
  • 57% possuem pelo menos duas pessoas dedicadas à criação de conteúdo
  • 33% das empresas medem o ROI (retorno sobre o investimento)

Observando esses números e as reações do mercado, podemos avaliar que o conteúdo estará ainda mais em destaque em 2016. Ele será o rei!

Divulgação

Na hora de divulgar o conteúdo – eBooks, whitepapers, infográficos etc. – muitas empresas ainda dão preferência para as redes sociais. Porém, blogs corporativos, newsletters e o e-mail marketing tendem a crescer ainda mais no próximo ano. Essas ferramentas são importantes para a estratégia digital e não devem ser desprezadas.

Quando se fala em divulgação, não podemos esquecer as menções em canais outros canais, além dos guests posts. Essa estratégia é chamada de link building, essencial para a disseminação do seu conteúdo, auxiliando também na otimização dos resultados de buscas, o chamado SEO.

Não se esqueça da análise

As métricas são indispensáveis para medir e avaliar o trabalho realizado. Através delas você pode ver onde está acertando e o que precisa ser revisto. Tráfego no site, vendas e taxa de conversão são as mais utilizadas para medir o sucesso da estratégia de marketing de conteúdo.

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Marketing Digital: Principais Tendências para 2016

2016 já está batendo na porta e é hora de se preparar para as exigências do mercado de marketing para o próximo ano

 

Marketing-Digital-Tendências-2016

 

Quando um novo ano se aproxima, começam a surgir questionamentos sobre o que será tendência e estratégia obrigatória para as campanhas de marketing. Somado ao ano anterior, que foi cheio de incertezas, essas questões são ainda mais importantes.

Observando o cenário do mercado em 2015, já é possível dizer o que vem de novo, o que irá se fortalecer e aquilo que já é conhecido entre os profissionais da área e será indispensável para garantir o sucesso de uma estratégia de marketing.

Automação do Marketing

A automação do marketing já é uma realidade para quem trabalha na área e para a maioria das grandes empresas. A novidade é a adesão das pequenas e médias empresas.

O marketing digital é uma estratégia que pode ser ajustada a negócios de qualquer área e porte, trazendo clientes dentro do público-alvo com mais assertividade.

Marketing de Conteúdo

O conteúdo estará ainda mais em evidência, seja ele em formato de texto, vídeo, áudio ou imagem. Ele é parte essencial das estratégias de marketing digital, contribuindo para o aumento da visibilidade da marca, da sua autoridade em certo assunto, atraindo clientes tão fiéis que se tornam defensores da mesma.

Uma pesquisa realizada no Reino Unido com 50 jornalistas e 50 marcas mostra que empresas e profissionais irão investir na criação de conteúdo criativo. Além disso, 64% das marcas afirmaram que em 2016 o investimento nessa área será ainda maior que em 2015.

Mas não pense basta ter um blog. O marketing de conteúdo é uma estratégia que exige bom planejamento dos temas trabalhados, levando em conta o estágio de compra de cada lead, além da persona (o seu público-alvo).

Considerado isso, você deve escolher qual material deve ser usado – eBook, whitepaper, infográfico, planilhas etc.

Marketing de Relacionamento

Construir um relacionamento cada vez mais próximo e personalizado com seu público já é considerado uma ação básica para qualquer empresa. É com ele que você vai atrair, nutrir e fidelizar seus clientes, com o auxílio do marketing de conteúdo.

Para que essa estratégia funcione, é preciso planejar a divulgação. Email marketing, landing pages, blog post e postagem nas redes sociais vão te ajudar a levar esse conteúdo até o seu público. Investir em Facebook Ads e Google Ads também ajudará nesse relacionamento.

Vale lembrar que a criação de uma seção de Perguntas Frequentes no seu site também faz parte da estratégia de marketing de conteúdo e marketing de relacionamento. Ela demonstra o interesse da empresa em solucionar dúvidas dos clientes de forma rápida, estreita esse relacionamento e ainda contribui para a otimização do site.

Pesquisas além dos mecanismos tradicionais

O Facebook já está trabalhando em seu próprio mecanismo de buscas. Será necessária uma adaptação da forma como trabalhamos a otimização do conteúdo e as estratégias de investimentos (anúncios pagos).

Smartphones no domínio

A última pesquisa divulgada pelo IBGE sobre o uso da internet no Brasil mostra que acessos via plataformas móveis vem crescendo, mas o desktop ainda lidera. Para o próximo ano, é esperado que esse cenário se inverta. O próprio Facebook já declarou que a transição para a internet móvel já aconteceu.

Frente a isso, quem ainda não tem sites responsivos ou mesmo aplicativos para facilitar a usabilidade dos seus serviços em smartphones e tablets, já está ultrapassado. Até mecanismos de busca como o Google já anunciaram que os sites responsivos têm prioridade nos resultados de busca.

Internet das Coisas

Como os smartphones já fazem parte do nosso dia a dia, a automação dos objetos em nossas casas e escritórios é uma realidade que só tende a crescer em poucos anos.

Essa tendência é promissora para 2016. Controlar o acender e apagar das luzes da sua casa ou empresa, acionar alarmes ou mesmo inserir a lista de compras em um tablete acoplado na geladeira e depois acessá-la do supermercado via plataforma móvel será algo tá simples quanto acessar sua conta bancária pela tela do seu smartphone.

Passo-a-passo-para-inicantes

Dicas para inovar os meios tradicionais de comunicação interna

Meios tradicionais de comunicação interna ainda estão em alta, mas devem se renovar
 

De todos os avanços vistos pela humanidade nesse século, talvez os meios de comunicação estejam entre os que mais mudaram. O caminho emissor, meio,  mensagem e receptor, no entanto, permanece forte, mesmo com os meios cada vez mais desenvolvidos, as mensagens mais instantâneas e os emissores e receptores trocando de papel o tempo todo.

Algumas tradicionais ferramentas de comunicação interna, apesar de todas as novas tecnologias, também continuam eficientes. O jornal mural, as revistas, boletins informativos e as campanhas de mobilização resistem nos planejamentos estratégicos das melhores organizações. O problema é que essas ferramentas precisam ficar muito mais atrativas, pois passaram a disputar atenção com uma série de aplicativos online e redes sociais, utilizados em smartphones, tablets, entre outras plataformas lotadas de recursos.

Veja algumas dicas para inovar na produção desses canais de comunicação interna tradicionais, ainda tão importantes.

Boas pautas

Reproduzir os direcionamentos da diretoria é importante, mas os canais de comunicação não podem se limitar a isso. As pautas devem trazer assuntos agradáveis ao colaborador, algumas vezes até descompromissados, como uma boa ação realizada por um, uma conquista pessoal alcançada por outro, uma confraternização diferente do turno da manhã, e por aí vai. Criar um grupo de colaboradores representantes das diversas áreas da empresa para pautar os veículos, o comitê editorial, é sempre uma ótima solução. Com a diversidade de opiniões e representações, com certeza, surgirão muitas novidades e inovações nas abordagens de conteúdo. Leia mais sobre comitês.

Colaborador no centro das notícias

Parece óbvio, mas nem sempre a regra é seguida. Sempre que possível, o colaborador precisa ser ouvido, envolvido e considerado na abordagem dos assuntos da empresa. Sua opinião e imagem devem estar nos boletins e murais. As pessoas gostam de se ver e identificar os colegas nas notícias internas. Para inovar neste quesito, pode-se criar espaços para que o colaborador crie conteúdo, compartilhe seus conhecimentos, experiências e talentos, compartilhe fotos e desenvolva trabalhos de colaboração conjunta. Abordar assuntos de interesse pessoal das pessoas trás respiro aos veículos internos, humaniza as relações e aumenta o interesse do leitor. Basta criar uma sessão específica para isso e estimular a participação dos colaboradores. Seguramente, terá boa audiência.

Uso do storytelling

Recurso utilizado há anos, o storytelling é exatamente o que nossos avós faziam para passar conhecimento, contavam histórias de forma envolvente, estimulando a imaginação de quem ouvia. Com uma nova roupagem, essa técnica tem sido utilizada na comunicação para reter a atenção do expectador. Quando aplicada na comunicação com os colaboradores, ela consegue bons resultados. Para saber mais sobre as técnicas do storytelling e utilizá-las na inovação da comunicação interna, acesse as 10 dicas de sucesso de storytelling na Comunicação Interna, gratuitamente.

Layouts atrativos

Do jornal interno ao mural, passando pelos comunicados de campanhas, as peças precisam ser desenhadas de forma a chamar a atenção do colaborador. Uma boa dica é utilizar as cores, fontes e designs que se aproximem da linguagem digital, que é uma nova linguagem já familiar ao universo de todos, mesmo do público operacional. Se os veículos internos da empresa não passaram por uma atualização de projetos gráficos e editoriais nos últimos dois anos, fique atento! Já está no momento de inovar seus layouts e linguagens.  Hoje, tudo muda muito rápido, principalmente na comunicação. A empresa precisa acompanhar o que acontece fora de seus muros e buscar concorrer o máximo possível com a enxurrada de informações externas. Para reformular os projetos dos veículos internos, busque um parceiro especializado, com experiência e conhecimento. É importante que todos eles conversem entre si, tanto na identidade visual quanto na linguagem e especificações editoriais. Quer uma avaliação gratuita do seu jornal? Clique aqui.

Periodicidade

A maioria dos canais precisam seguir a risca a periodicidade para não perder audiência. A ideia é sempre causar uma expectativa positiva dos colaboradores para a chegada da próxima edição. Para os jornais internos e revistas, por exemplo, é interessante anunciar previamente, por e-mail, na intranet ou jornal mural, algumas chamadas das matérias. Para o jornal mural o que dá ótimos resultados é fazer a divulgação de teasers antes de entrar com algum assunto ou campanha importante. Ouse, por exemplo, divulgar apenas imagens sobre um determinado assunto antes de abordar o conteúdo principal. Por ter uma leitura imediata e instantânea, as imagens causam grande impacto. Outra forma de gerar expectativa sobre o que vai ser divulgado no jornal mural é trabalhar mensagens instantâneas em mídias digitais, como WhatsApp.

Feedbacks

Abra um espaço nesses canais para que o colaborador dê a sua opinião sobre os veículos. Acate as sugestões que forem pertinentes e explique com clareza os motivos para não atender determinados pedidos. É importante ter em mente que nos tempos atuais a estrutura transmissor x receptor foi significantemente modificada e esses trocam de papel a todo o momento, recriando significados para a mensagem. Quem antes só recebia a informação, agora é também produtor de conteúdo. Abrir esse espaço para os funcionários, de acordo com as condições internas da empresa, é estar alinhado à forma de comunicação que prevalece no mundo de hoje – a dialógica. É o que funciona e que de fato envolve as pessoas.

Agora, o mais importante: use os veículos tradicionais como parte de uma narrativa transmidiática. Ou seja, utilize das diferentes plataformas da comunicação interna para construir narrativas únicas e ao mesmo tempo complementares sobre o assunto. Essa é a linguagem atual da comunicação. Assim, você não precisa dar todas as informações de uma só vez, em um só veículo, e o seu leitor terá estímulo de ler os outros veículos para se aprofundar no assunto.

Crossmedia x Transmedia

Se tiver alguma dúvida sobre este assunto, entre em contato com a nossa equipe. Estamos sempre abertos para conversar.

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