Redes sociais, tecnologia e aplicativos: o que tem de novo

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Nas últimas semanas a redes sociais divulgaram diversas atualizações em suas plataformas, algumas comemoradas e outras nem tanto. Reunimos todas para você ficar por dentro do que mudou.

Novas redes

A Samsung, gigante coreana de tecnologia, divulgou no SXSW – um dos mais importantes eventos de tecnologia e inovação do mundo, que acontece anualmente no Texas, EUA – a criação da sua própria rede social, a Waffle. A plataforma permite que os amigos façam inserção de anotações, novas fotos e até mesmo animação com as fotografias publicadas por outros amigos, aumentando a interação e as possibilidades de criação de conteúdos originais e colaborativos.

Veja o vídeo divulgado pela empresa:

Já o Google anunciou a criação do Google Posts, que mistura rede social e resultados de busca. Ele funciona assim: a pessoa poderá publicar notas públicas nos resultados de busca com seu nome, por exemplo, atingindo um número muito maior de pessoas alcançadas pelas redes como Facebook. A novidade será testada nas eleições para presidente dos EUA deste ano e pode ser aberta para empresas no futuro.

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Home do Google Posts

 

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Comentários da pré-candidata democrata, Hillary Clinton, inseridos em seu resultado de buscas na rede.

Facebook

Delivery Insights essa é a novidade do Facebook. Essa funcionalidade promete enviar diversas recomendações aos anunciantes, como feedbacks sobre o desempenho dos anúncios. Sua principal funcionalidade é dizer como as campanhas estão competindo dentro do leilão de anúncios da rede – a seleção que ela faz para exibir no momento certo cada anúncio direcionado aos mesmos perfis de pessoas – e oferecer a eles soluções para que as empresas se tornem mais competitivas. Essa coluna será adicionada à área de gerenciamento de campanhas da rede.

Outra novidade da rede é a parceria com a KLM. Agora, quando você comprar um bilhete da companhia pode optar por receber informações através do Messenger, desde confirmação, check-in, status do voo ou cancelamentos, até cartão de embarque e alteração do voo. Com isso a companhia área holandesa pretende agilizar e personalizar o atendimento, que promete ser feito 24 horas por dia e já está disponível em 13 idiomas, inclusive o português.

Twitter

O Twitter anunciou duas novidades:

Calendário para profissionais de social media

Para facilitar a vida de quem trabalha com as mídias sociais e precisa estar sempre antenado às datas comemorativas ou a eventos importantes e que rendem bons posts para as redes, o Twitter criou o #DomineOMomento.

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Calendário Twitter

Parceria com a Jovem Pan

O Moments, funcionalidade do Twitter que reúne os melhores tweets com os assuntos mais comentados na rede a cada dia agora faz parte do programa Morning Show, da Jovem Pan. A ferramenta será destaque do talk show semanalmente, às sextas-feiras. É a convergência das mídias, provando que uma complementa a outra.

Instagram

O Instagram passou a exibir o dia e o mês das postagem no lugar do número de semanas, o que vai facilitar no gerenciamento das contas de empresa. A rede também liberou a publicação de vídeos maiores, de até 60 segundos para todos os usuários, o que deve ser muito comemorado pelos influenciadores digitais e que pode ser encarada como uma tentativa do Facebook concorrer com o Snapchat. Será?

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Mas nem tudo são flores! A rede se envolveu em uma polêmica esse mês ao anunciar outra atualização: a alteração no formato de exibição das postagens. O Instagram pretendia acabar com a exibição cronológica e passaria a usar um algoritmo – mais ou menos o que já é usado no Facebook – que mostra as postagens de acordo com os interesses e hábitos do usuário na rede. O problema é que a internet enlouqueceu com a notícia, mas a rede afirmou que a mudança está em fase de testes e não tem data para ser aplicada a todos os usuários.

WhatsApp

O WhatsApp foi quem mais anunciou atualizações.

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Agora o aplicativo suporta o envio de documentos em arquivos PDF. A funcionalidade poderá ajudar quem usa o WhatsApp no meio corporativo.

A segunda novidade é a possibilidade de usar a plataforma modalmais para investir no mercado financeiro. O Banco Modal, responsável pela novidade, disponibiliza uma linha para emissão de ordens de operação, consulta de cotações, comparação de preços, entre outros.

Já a terceira é pra quem não usa iPhone. O aplicativo liberou pra usuários Android a funcionalidade que permite responder as mensagens diretamente nas notificações. A novidade chegou para os usuários da versão Beta do aplicativo.

A última novidade anunciada pelo WhatsApp é a possibilidade de formatação dos textos enviados. Agora o usuário poderá usar negrito, itálico ou tachado. Basta seguir os seguintes comandos:

Negrito: adicione um asterisco antes e depois da palavra. Ex.: *Press*

Itálico: adicione underline antes e depois da palavra. Ex.: _Press_

Tachado: adicione um til antes e depois da palavra. Ex.: ~Press~

A funcionalidade será disponibilizada aos poucos e para quem atualizar o aplicativo.

Realidade Virtual

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Foram quatro anos de espera, mas o primeiro Oculus Rift, dispositivo comercial de realidade virtual, foi entregue no último dia 29. Fruto de um financiamento coletivo feito pelo site Kickstarter, o dispositivo começou a ser entregue para os primeiros compradores, que ajudaram a financiar o projeto que foi o primeiro da área de realidade virtual a ser comercializado. O futuro chegou!

Baixe infográfico sobre lista de transmissão

Assessoria de imprensa: veja como ela está mudando com a tecnologia

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Ela foi criada em 1906 nos EUA e durante 100 anos de história, a assessoria de imprensa passou por diferentes fases, adaptando-se às novidades de cada época, mas sem perder a sua essência. Independente da época, sabe-se que a sua principal característica é estreitar o relacionamento entre a empresa com os veículos de comunicação.

Novas tecnologias de comunicação

A velocidade de inovação das tecnologias afeta diretamente a forma como nos comunicamos. Hoje, as pessoas em todo o planeta preferem usar o WhatsApp a fazer uma ligação. As redes sociais promovem discussões de diferentes assuntos como antes se via nas mesas de bares e rodas de amigos. Os blogs ganharam credibilidade e status e seus criadores, os blogueiros, assumiram esse antigo “hobby” como profissão – e, em alguns casos, são muito bem pagos por esse trabalho.

“Elas estão transformando-se num verdadeiro paradigma das sociedades modernas, revolucionando todas as esferas da vida social. No mundo do trabalho, pela digitalização dos processos produtivos e por sua integração em rede; no universo da criação de produtos de mídia, passando pela indústria do entretenimento, que aponta para formas de lazer cada vez mais interativas e virtuais.” (DUARTE, Jorge, input FILHO, Roberto de Camargo, Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e técnica / Jorge Duarte (organizador). Cap. 19, pág. 341.

Assessoria 3.0

Hoje, com os avanços tecnológicos, as assessorias e os assessores se adaptaram e estão oferecendo, a cada dia, mais novidades para tornar seus releases mais atrativos – principalmente para ganhar a atenção dos blogueiros. Responsáveis por cativar o público de maneira mais intimista, são bombardeados diariamente por releases e amostras de diversos produtos.

Para trabalhar a assessoria nos dias atuais, usar alguns recursos tecnológicos se faz essencial. Na hora de divulgar um produto ou serviço para a imprensa, você pode lançar mão dos seguintes recursos:

Release multimídia;

Áudio release;

Redes sociais;

Blog;

WhatsApp;

SEO;

Display Text;

Google Analytics;

Aplicativos para organização de materiais em nuvem (Evernote, por exemplo).

É preciso estar atento a essa nova forma de fazer assessoria de imprensa, para sair na frente na hora da conquista de espaço e também no momento de se relacionar com jornalistas.

Quer saber mais sobre como trabalhar com assessoria de imprensa nessa era 3.0 e como utilizar as redes e aplicativos ao seu favor, na hora de vender uma pauta? Confira nosso material Assessoria de Imprensa 3.0!

AI-3.0

Gestão de projetos: organização para a sua estratégia Digital

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Desenvolver projetos com eficácia, garantindo entregas de qualidade e no prazo combinado, essa é a principal função da gestão de projetos. Não importa se você está construindo um prédio ou criando e implementando um novo software, a gestão de projetos será decisiva para o seu sucesso. E com o marketing digital não é diferente.

Por que investir em gestão de projetos para marketing digital?

O marketing digital é um trabalho realizado em três etapas: planejamento, execução e análise. Essas etapas também fazem parte do grupo de processos de gestão de projetos. Sendo assim, investir nessa área é investir na sua estratégia digital, para obter resultados.

Para que ela esteja presente no dia a dia da sua equipe – que pode ser você, um coordenador e um analista digital ou mesmo a sua agência – envolva todos em todas as etapas da estratégia, invista em um sistema de gestão – softwares, Scrum ou plataformas de organização de tarefas online – e avalie diariamente se as etapas estão sendo cumpridas e o que precisa de ajustes.

Fazendo esse trabalho você conseguirá, ainda, controlar a gestão de leads e a conversão em vendas.

“O Gerenciamento de Projetos, portanto, é a aplicação de conhecimentos, habilidades e técnicas para a execução de projetos de forma efetiva e eficaz. Trata-se de uma competência estratégica para organizações, permitindo com que elas unam os resultados dos projetos com os objetivos do negócio – e, assim, melhor competir em seus mercados.” (PMI)

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Use a ferramenta SEO e deixe o seu site no topo

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Certamente, quem trabalha nas áreas de comunicação e  de marketing já ouviu falar nessa palavra: SEO. A sigla, que significa, em inglês, Search Engine Optimization, expressão que pode ser traduzida para “Otimização de Site”, compreende um conjunto de estratégias capazes de potencializar e melhorar o posicionamento de um site quando procurado nos principais sites de buscas, como o Google, por exemplo.

Esse tipo de busca, conhecida como “orgânica”, mostra os resultados obtidos de forma natural, ou seja, excluem os links patrocinados, que são aqueles pagos pelas empresas para aparecer no topo das páginas.  É também por meio da busca orgânica que os usuários encontram a maioria das informações “não-comerciais”, como aquelas relacionadas a temas como entretenimento, hobbies, esportes e educação.

Segundo pesquisas do próprio Google, 94% dos usuários não passam da primeira página de resultados de pesquisa. O primeiro colocado na página leva em média 32,5% dos cliques, enquanto que a décima posição (primeira página) recebe em média 2,4% dos cliques. Na segunda página esse percentual cai para apenas 1%. Dessa forma, cada vez mais, investir no SEO é uma forma de garantir que o seu site fique bem posicionada no Google, possibilitando, consequentemente, uma maior visibilidade junto aos usuários. Afinal, como diz o ditado popular, quem não é visto, não é lembrado.

Como o Google faz o ranking dos sites

A busca orgânica do Google possui diversos critérios para julgar os sites que serão exibidos nas primeiras páginas. Veja a seguir algumas dicas que podem contribuir para que o site de sua empresa esteja bem posicionado:

  • Publique conteúdos com frequência;
  • Atente-se sempre aos textos que serão veiculados no seu site. Certifique-se de que eles não possuam erros de ortografia e que possuam conteúdo interessante e relevante, o que dá mais credibilidade ao site;
  • Utilize links de outras páginas, e que tenham conteúdos relacionados aos seus, pois isso contribui para que os visitantes de outras páginas acessem o seu site;
  • Faça bom uso das palavras-chave no título, subtítulo e descrição da sua página. Palavras-chave são termos que, em sequência ou isolados, são inseridos nas ferramentas de busca quando um internauta faz uma pesquisa, por isso, a escolha correta influencia diretamente no resultado do posicionamento do seu site.
  • Preze pela qualidade técnica do seu site, como código (programação), estrutura, navegação e design. Sites difíceis de navegar, poluídos, cheios de imagens e de códigos de programação quebrados, páginas fora do ar dificultam o bom posicionamento.

Um trabalho que pode ser feito junto à ferramenta SEO é o impulsionamento via Google Adwords. Dessa forma, a empresa garante a visibilidade na primeira página do buscador. Entenda melhor.

Ficou interessado em deixar o seu site no topo dos resultados do Google?

A Press Comunicação pode te ajudar e fazer a gestão do SEO. Uma agência de comunicação que atue com marketing digital pode fazer a gestão dessas ferramentas e garantir a visibilidade que qualquer site precisa, tanto de forma institucional, quanto para oferta de produtos e serviços. Conte com a nossa experiência nesse serviço e nossas técnicas para otimizar suas vendas.

Por Ana Carolina

Jornalista da Press Comunicação

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Como melhorar seu marketing digital

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Como anda a sua estratégia de marketing digital? Ela está dando resultados positivos? Geralmente, a maioria das pessoas faz todo um planejamento, investe na criação de conteúdo, na gestão de leads, em Google Ads e impulsionamentos nas redes sociais, mas não vê diferença nos negócios.

O que acontece é que muitas vezes acredita-se que basta planejar e executar e já se está fazendo o trabalho de marketing digital. Mas, o que muitos esquecem é que essa estratégia não é um milagre! Ela demanda acompanhamento e gerenciamento.

 1. Planejamento

Planejar! Essa é a ação necessária para o sucesso de qualquer coisa que você deseja realizar. Desde viajar nas próximas férias para a Ásia até aumentar seus lucros. E com a sua estratégia de marketing digital não é diferente.

Fazer um planejamento correto – desde a criação das personas até o orçamento dos investimentos em Ads -, respeitando todas as etapas, ajudará a alcançar o sucesso do seu projeto.

2. Gestão

O gerenciamento da sua estratégia é vital para o sucesso. Você deve saber gerenciar – ou contar com um profissional responsável – o seu projeto (produção e distribuição de conteúdos, os leads, o orçamento destinado aos Ads e impulsionamentos, a divulgação nas redes sociais e a equipe envolvida no projeto).

3. Métricas

Medir e analisar os resultados da sua estratégia é indispensável para melhorar cada vez mais o seu marketing digital. As métricas também são muito úteis para você identificar os pontos fracos que devem ser mudados, melhorando assim os resultados.

Saiba mais sobre métricas aqui.

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Inbound marketing: você sabe o que é?

Um artigo da professora Varda Kendler (currículo ao final do texto), nos chamou a atenção. Publicado em 05/02/2016 no site da Aberje e cedido à Press pela autora, ele aborda um novo tema que é, a cada dia, mais comentado e incorporado ao dia a dia dos profissionais de comunicação e marketing: o inbound marketing. Varda passeia pelas formas tradicionais de mídia, o outbound marketing e faz um paralelo com as novas formas, tornando seu entendimento mais claro. A Press Comunicação acredita na força do inbound marketing e já oferece esse serviço. Saiba mais!

 

Você é da época do outbound ou do inbound marketing?

Recentemente, conversando com colegas de profissão, relembramos quais eram as principais opções de mídia que oferecíamos às empresas. Utilizava-se uma planilha, em papel(!), tipo um Excel, e optava-se, usualmente, entre TV, rádio, jornal, revista e outdoor. Atualmente esses meios são considerados “tradicionais” e alguns profissionais os denominam como outbound marketing.

Com a internet, mudou a forma como buscamos informações, consumimos produtos e serviços, nos relacionamos e nos comunicamos. Nessa direção, novos meios e estratégias foram criadas e o marketing digital ganhou expressividade. Basta uma conferida nos gráficos abaixo para nos certificarmos sobre isso.

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Fonte: ZenithOptimedia,, adaptado de Mundo do Marketing

 

Nesse contexto, surgiu o inbound marketing (IM), uma metodologia originada nos Estados Unidos há menos de dez anos e que se popularizou no Brasil desde 2014. Ele foca na atração de potenciais clientes, conquista de sua confiança e posterior direcionamento para a venda de produtos/serviços. Sua concepção consiste em trazer o cliente até a organização, ao invés do processo inverso, por meio de atração (conteúdos relevantes), conversão (uso de leads – preenchimento de dados doprospect), relacionamento, venda e análise.

Não há limites para o IM, mas pode-se delineá-lo nos seguintes pilares fundamentais: SEO  Search Engine Optimation (otimização para mecanismos de busca), adwords (serviço de publicidade on-line da Google), marketing de conteúdo somado à estratégia em social media (blogs, landing pages, email marketing, infográficos,ebooks, podcasts, fóruns on-line, vídeos on-line, gestão de conteúdos em mídias sociais, etc.). E é importante integrar a base de leads obtidos, com o CRM – Customer Relationship Management da organização, de forma a trabalhar conjuntamente a estratégia de gestão de relacionamento com o cliente.

O IM ancora-se, pois, na criação e no compartilhamento de conteúdo direcionado a um público-alvo específico para conquistar sua permissão (daí o sinônimo: “marketing de permissão”), a fim de comunicar de forma direta e prospectar um relacionamento duradouro.

Integrando o inbound e outbound marketing

O inbound e outbound marketing estão associados à palavra bound, que, nesse encadeamento, dá um sentido de movimento, para dentro e para fora (consumidor-empresa).

A explicação desses termos se dá da seguinte forma. O inbound marketing, a “bola da vez”, é considerado menos invasivo, mais atraente e interativo, com menor custo, além de possibilitar mensuração de resultados instantânea em relação ao outbound marketing (OM). O IM visa ganhar o interesse das pessoas, atraí-las de forma mais “natural” e o OM, além das mídias tradicionais e outros mecanismos (telemarketing, mala direta, vendas etc.) tendem a “empurrar”, “vender” algo. Acho bem injusto com o “velho marketing”, pois mesmo as tradicionais formas de se comercializar e se relacionar vêm se reinventando, de alguma forma, e buscando se integrar com uma nova realidade. Um exemplo são peças impressas, como panfletos e revistas, que utilizam o QR Code (código de barras), formato que propõe a convergência de mídias, levando o leitor, por meio de um dispositivo móvel, a websites ou quaisquer outros links eletrônicos.

O fato é que, se a empresa consegue tornar-se uma referência genuína para seus públicos de relacionamento, oferecer conteúdos relevantes, gerar interação, e engajamento, congratulations!  Afinal, essa não é a busca incansável da comunicação?

Consumidores e organizações ainda estão aprendendo, juntos, a lidar com essas novas possibilidades complementares, out e in. Um campo tão rico e tão novo! Mas confesso que às vezes sinto saudades daquelas planilhas de mídias que, na época, achávamos tão complexas e completas…

 

Referências:
– conteudo.presscomunicacao.com.br/ebook-marketing-digital-passo-a-passo-para-iniciantes
– mundodomarketing.com.br
– marketingdeconteudo.com/o-que-e-inbound-marketing
– 5seleto.com.br
– viverdeblog.com/inbound-marketing/
– http://outboundmarketing.com.br/o-que-e-outbound-marketing/
 

Inovações na Comunicação interna

   Varda Kendler

Mestranda em Administração; especializada em Marketing, Comunicação e Gestão Empresarial e Gestão Estratégica da Informação e graduada em Publicidade e Propaganda.

Mais de vinte anos de experiência em Comunicação Organizacional e Marketing, em empresas de grande porte, em cargos de gestão. No momento atua como consultora e professora.

Áreas de atuação: planejamento; comunicação integrada; comunicação interna e endomarketing; implantação e gestão de veículos, campanhas, eventos e comitês de facilitadores; pesquisas; gestão de públicos estratégicos e crise; desenvolvimento de equipes; relatório de sustentabilidade; marketing pessoal.

vkendler@hotmail.com

Assessoria de imprensa, organização e o jornalista

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No mundo corporativo, o relacionamento entre a assessoria de imprensa e o seu cliente é de extrema importância, pois um depende do outro para que o trabalho aconteça da melhor forma possível. Do outro lado, tem ainda o papel da assessoria em parceria com a mídia. De acordo com o jornalista, professor do programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UMESP e de Jornalismo da ECA/USP, Wilson da Costa Bueno, em seu livro “Comunicação Empresarial no Brasil: uma leitura crítica”, o relacionamento com a imprensa depende dos bons contatos do assessor ou da sua intuição, que o ajuda a descobrir oportunidades de divulgar o que ele quer.

Relacionamento

É necessário entender que os meios de comunicação tem sua importância e “abrem portas”. Além de conseguir apurar informações com mais rapidez, a relação entre o assessor de imprensa e o jornalista precisa ser bem claro e, ao mesmo tempo, devem atuar como parceiros. As empresas, por meio dos assessores, devem ter um relacionamento sadio com a mídia para que ela seja uma facilitadora e produza uma imagem positiva. Em contrapartida, as organizações precisam estar informadas com o que acontece no mundo, assim bons negócios e notícias têm grandes chances de acontecer.

“A assessoria de imprensa deve ser tratada como uma forma de relacionamento estritamente profissional, que lida com um público importante: os jornalistas e os veículos. Esse público está inserido numa política abrangente de comunicação empresarial, que privilegia a transparência. Fazer assessoria de imprensa profissionalmente é praticar a comunicação estratégica”, explica Bueno. Ele também afirma que não se pode imaginar um processo que funcione sem interação. As pessoas precisam conversar, as informações precisam fluir e todos precisam chegar a um consenso para que a comunicação empresarial dê resultados.

A Press

O papel do assessor de imprensa é fundamental para as organizações e é nesse momento que as empresas podem contar com a Press Comunicação, uma agência com atendimento especializado e todos os serviços de comunicação empresarial que elas necessitam. Conheça mais sobre o nosso trabalho e seja nosso cliente.

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Como calcular o ROI no Marketing Digital

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Medir o retorno sobre o investimento é uma métrica bastante conhecida entre os profissionais de marketing, mesmo porque é necessário mostrar se os esforços de venda da área estão realmente dando resultado, pois no mundo dos negócios cada centavo conta.

A sigla para return on investiment (ROI) se tornou ainda mais comum com o crescimento do investimento em campanhas digitais por empresas do mundo todo. Com a chegada da metodologia inbound marketing, o termo ficou ainda mais corriqueiro, pois essa métrica é uma das mais usadas na hora de avaliar os resultados das campanhas.


ROI para  Marketing Digital

ROI = (lucro obtido – investimento) / investimento

Essa é a fórmula básica para se medir o ROI de uma campanha. Mas para o inbound marketing você precisará levar em conta diversos fatores, já que para a metodologia medir apenas o retorno sobre as vendas não é suficiente. No IM o reconhecimento da marca, a repercussão na internet do conteúdo gerado e a audiência do site da empresa também são importantes e devem ser mensurados.

Você deve ficar atento à forma como está atraindo seu público para o seu conteúdo – se usa um CTA (call-to-action), por exemplo, é importante calcular quanto custa atrair um novo prospect com a ajuda dessa ferramenta e quantos clientes você está fidelizando de fato.

Para calcular o ROI da sua estratégia de IM, faça as seguintes perguntas:

Qual é o custo por aquisição de cliente?

Qual é o tempo de vida útil de um cliente?

Qual é o ROI?


Outras métricas

Na hora de preparar seu relatório você pode sentir falta de alguns dados. Se isso acontecer lance mão de outras métricas como o número de visitantes no site ou de cliques em banners e anúncios, a proporção de usuários que deixam a página sem clicar em nada e as taxas de conversão (usuários que preencheram os formulários e fazem download do e-book oferecido gratuitamente), por exemplo.

Para saber como analisar a sua campanha e quais as métricas que realmente importam, confira nosso eBook Web Analytics na prática.

Você também pode saber mais sobre métricas e otimização aqui.

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Crise: prevenir ou remediar?

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As crises de imagem podem acontecer de uma hora para outra e, nos últimos meses, estão quase que diariamente em destaque nos principais veículos. Hoje em dia, ainda temos o agravante das novas tecnologias: em tempos de internet e de redes sociais, as empresas precisam ficar mais atentas, pois o problema pode tomar proporções ainda maiores.

De acordo com Roberto de Castro Neves, no seu bem humorado livro “Crises Empresariais com a Opinião Pública”, a crise é inerente ao mundo empresarial. Porém, pode ser dividida em duas dimensões: uma interna, quando acontece, por exemplo, um grande prejuízo, uma desvalorização nos papéis, demissões; e outra, gerada por um fato negativo que afeta ou pode afetar interesses públicos e, consequentemente, vai impactar na opinião pública.

João José Forni (2002) acrescenta que um fato negativo vira crise quando ganha visibilidade na mídia, que, na atualidade, se tornou a ágora dos cidadãos. Um vizinho de uma empresa/indústria insatisfeito com a poeira ou com o barulho gerados pelas atividades liga diretamente para as TVs em busca de solução, tornando o problema público e criando uma crise de imagem para a empresa.

Voltando à questão central, prevenir ou remediar uma crise empresarial? A resposta é os dois. Trabalhar a comunicação de crise nos dois aspectos sempre. Para a prevenção, a Press dispõe de técnicas que vão desde o mapeamento de riscos da empresa, formação de comitê de crise, elaboração de notas e comunicados-chave até reservar um espaço/sala pré-determinado e preparado para o atendimento a uma crise. Tudo isso, estrategicamente documentado na Política de Comunicação de Crise.

Segundo Isabela Pimentel (2012), o “prevenir e remediar” pode ser organizado em dois conceitos, diferenciando-se Gestão de Crise e Gerenciamento de Crise, da seguinte maneira: Gestão de crise: é composta por todo planejamento que antecede o problema. É a elaboração de planos e ações que devem ser tomadas, caso algum problema aconteça. Acrescento que é nesse momento que entram as técnicas preventivas, os posicionamentos pré-definidos, o treinamento dos porta-vozes, o media training, entre outras definições. Gerenciamento de crise: são as providências a serem tomadas diante de uma crise já instalada. E aí há dois caminhos: se a empresa já fez o trabalho preventivo, deve seguir os protocolos da Comunicação de Crise; caso contrário, uma série de providências começa a ser tomada, muitas vezes, de forma atabalhoada pelo nervosismo e despreparo diante da situação.

Independentemente da formalização conceitual, o fato é, que temos um novo cenário na comunicação de crise com a chegada da internet, dos celulares, das redes sociais, promovendo uma mudança radical, principalmente na velocidade da disseminação de uma crise e, consequentemente, no tratamento dela. Confirmando essa perspectiva, Sandra Castelano nos lembra de que:

“Agora, o mundo inteiro sabe de um acontecimento logo depois (ou mesmo enquanto) ele acontece. E, como as más novas viajam tão depressa quanto as boas, as empresas e as organizações precisam planejar a maneira de lidar com a mídia nas situações difíceis. Não usufruem mais da antiga defasagem de tempo da informação” (Castelano apud Forni, 2002).

Diante desse contexto, podemos concluir que, apesar das duas dimensões problematizadas por nosso artigo serem importantes, prevenir é, com certeza, muito melhor que remediar. E nesse caso, vale lembrar que (…) se no passado, as crises eram contornadas de maneira heroica e folclórica ou por meios pouco ortodoxos, abafadas (…) (Forni, 2002), hoje precisa ser tratada de forma profissional. Uma gestão de crise bem planejada pode minimizar os impactos negativos à imagem e reputação de qualquer empresa evitando, muitas vezes, danos permanentes.

Com atendimento especializado no assunto e muita vivência, a Press Comunicação atua na gestão de crise de forma preventiva, com planejamento estratégico, e de maneira reativa, no atendimento à crise. O objetivo que norteia a agência é restabelecer o diálogo da empresa com a imprensa, com a opinião pública e com os demais stakeholders. Abrir espaços para que a empresa seja ouvida e prepará-la para isso, sempre no intuito de cuidar da sua imagem e de sua reputação. Esse é o nosso compromisso.

Fontes:

CASTELANO, Sandra. O Público e a mídia. 1999. São Paulo.

DUARTE, Jorge (organizador) -. 2.Ed –São Paulo: Atlas, 2003.

FORNI João José. Comunicação em Tempo de Crise. Cap.20

http://pt.slideshare.net/isabeladpimentel/gesto-de-crise-12655776

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O poder “viralizador” dos vídeos

 

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A produção de conteúdo deixou de ser tendência e já é algo óbvio para a maioria dos planejamentos estratégicos de marketing de hoje em dia. Ele pode vir em diferentes formatos: texto, foto, podcast (áudio) e vídeo. Vamos então, falar desse último.

Os vídeos são sucesso na internet há anos, mas foi em 2005, com o surgimento do YouTube que eles ganharam ainda mais força. A rede social é o principal canal de divulgação e de consumo desse tipo de conteúdo. Nela são visualizados, em média 2.780.000 vídeos por minutos e, mais ou menos, 100 horas de conteúdo carregadas e apenas 60 segundos! Só com isso já temos argumentos suficientes para mostrar a força que essa plataforma tem. Mas não para por aqui.

Marketing Viral

Os maiores conteúdos virais que conhecemos foram feitos no formato de vídeo. Essa mídia tem o poder de prender a atenção do internauta e a informação passada é compreendida com mais facilidade – talvez por causa dos recursos que ela oferece (áudio, imagem e som). Fato é que, essa é uma das ferramentas preferidas na hora de produzir um conteúdo de marketing viral.

Mas não basta apenas produzir um vídeo. Ele precisa ser impactante, mexer com a emoção das pessoas e, claro, trazer algo que o remeta ao seu negócio. Assim, as chances dele atingir o maior número de pessoas possíveis a partir do compartilhamento viral – apenas com o esforço orgânico de quem assistiu, sem investimento em Ads – são grandes. Se você conseguir isso, parabéns! O seu viral aconteceu!

Tenha cuidado

Produzir um viral pode parecer fácil e simples, mas não é! Você precisa de muito estudo e um bom planejamento. Não vá pensando que produzir um vídeo engraçado, como esses amadores que a gente vê pela internet, é fazer marketing viral.

O marketing viral é uma ferramenta do marketing digital que, se bem usada, trás ganhos enormes com um custo baixo para a empresa. Para a produção de um vídeo viral você deve orquestrar o conteúdo, para que ele seja atrativo, tenha a cara da sua empresa, mas não pareça algo forçado. As técnicas de storytelling podem ser grandes aliadas!

Confira nesta matéria do Portal EXAME uma seleção com 10 empresas que tiveram sucesso com vídeos virais.

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